26.4.10

Kubrick - "If life is so purposeless, do you feel that it's worth living?"  

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22.4.10

A Verdade Sobre a Água  

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Por Rev. Albert

Eu tuitaria, mas se eu tentasse resumir em 140 caracteres diriam que sou doente. Então eu criei um blog aqui somente pra te convencer que água é uma droga. Sinto-me perdendo tempo, mas não importa mais. Não agora. Enumerarei meus argumentos e de antemão lamento [ou não] que esta redação possa ser interpretada como uma apologia às drogas. Porém, já escancaro [de cara] que não vou me preocupar com esta questão (e muito menos deixar de escrever), porque a mim é claro que a interpretação de um texto não é responsabilidade do autor, mas do leitor. Em suma, não fazer merda depois de ler esse texto é um problema exclusivamente teu.

Aproveitando a forma [que considero] franca como comecei, antes de mais nada penso que seja conveniente partirmos de definições precisas de droga e entorpecente. Eu escolhi usar estas, do Houaiss:

droga: qualquer produto alucinógeno (ácido lisérgico, heroína etc.) que leve à dependência química e, p.ext., qualquer substância ou produto tóxico (fumo, álcool etc.) de uso excessivo; entorpecente.

entorpecente: que ou o que age no sistema nervoso central, provocando estado de entorpecimento, de embriaguez, e que, mesmo tolerável em doses altas pelo organismo, freq. causa dependência e progressivos danos físicos e/ou psíquicos (diz-se de droga, medicamento ou outra substância); estupefaciente.

Se discordas dessas definições, leitor teimoso e irritante, não percas tu tempo lendo o resto de meu texto ou comentando pois meu blog é uma autocracia e não vou alterá-las; recomendo-te que escrevas uma carta endereçada ao Polipadre Timóteo Pinto (Rua Cinco, 23 — Omarlópolis, Maldoislândia — Planeta Éris) que ele adorará discutir contigo. Obrigado pela compreensão. Aos idiotas de mente fraca que aceitam tudo que falo, agora exponho os meus argumentos, em cinco partes:
Água é um produto alucinógeno

É fato comprovado estatisticamente que quem ingere água tem alucinações. De fato, todos que já ingeriram água fantasiam um mundo nonsense cheio de pessoas malucas, acontecimentos estranhos e posts absurdos em blogs de reverendos inexistentes.

As alucinações são fortes a ponto das pessoas que ingerem água terem certeza que aquilo é realidade, e inventam mesmo sua própria existência, amigos, ciência, tecnologia. Nenhuma outra droga tem um efeito tão avassalador.
Água leva à dependência química

Todos que já beberam água o fazem diariamente durante toda sua pseudoexistência. Quando um tenta parar, tem intensa crise de abstinência e morre em poucos dias. O organismo pede mais água do que qualquer outra coisa, e esta água vai tomando o corpo da pessoa, que pensa que ela faz bem. Se discordas, para de usar e depois vem discutir.
Água é uma substância tóxica de uso excessivo

As estatísticas mostram que o ser humano não foi feito pra beber água. Ela causa sérios danos ao organismo (tanto que todos que ingerem água morrem) e são conhecidos casos de pessoas que beberam água e contraíram todo tipo de doença já diagnosticada pela humanidade. Logo, é por definição um produto tóxico.

O uso excessivo já foi comentado no ponto anterior.

(Os outros dois argumentos serão omitidos para serem usados em futuras discussões, não por minha culpa, mas porque Éris ainda não me disse quais são e a minha glândula pineal não está funcionando muito bem porque tenho usado muita água.)

Reflitamos.

Quem não cheira cocaína odeia quem desperdiça sua vida cheirando cocaína pra perder o medo e se sentir mais forte.

Quem não fuma maconha odeia quem desperdiça sua vida fumando pra relaxar.

Quem não fuma odeia quem joga fora seus pulmões ao passar a vida fumando.

Quem não bebe bebidas alcoólicas odeia quem causa confusão porque precisa de álcool pra ter uma festa boa.

É fato conhecido que os piores seres da história da humanidade estiveram sob o efeito de água quando agiram das maneiras mais cruéis existentes. Alexandre O Grande, Napoleão, Adolf Hitler e Artur da Costa e Silva são alguns exemplos que mostram que a água causa danos muito piores à sociedade do que a cocaína.

Por isso, afirmo: meu caro, és um viciado como qualquer outro. Quem não toma água odeia tu, que destróis o mundo porque dependes dela pra viver.



27.3.10

Nietzsche - As Borboletas e as Bolhas de Sabão  

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"Creio que aqueles que mais entendem
de felicidade são as borboletas e as
bolhas de sabão...

Ver girar essas pequenas almas leves, loucas,
graciosas e que se movem é o que, de mim,
arrancam lágrimas e canções.

Eu só poderia acreditar em um Deus que
soubesse dançar.
 
E quando vi meu demônio, pareceu-me sério,
grave, profundo, solene.

Era o espírito da gravidade. Ele é que faz cair
todas as coisas.

Não é com ira, mas com riso que se mata.
 
Coragem!

Vamos matar o espírito da gravidade!

Eu aprendi a andar.  
 
Desde então, passei por mim a correr.
 
Eu aprendi a voar.

Desde então, não quero que me empurrem
para mudar de lugar.

Agora sou leve, agora vôo, agora vejo por baixo
de mim mesmo, agora um Deus dança em mim!"

Friedrich "Bigode" Nietzsche
 
 
 

26.3.10
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http://www.religiousstudies.uncc.edu/aburlein/Foucault%20and%20Religion/syllabi/foucault_handbig.jpg

8.3.10

Koan do Moranguinho  

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Um viajante, passando por uma estrada rente a um precipício, é surpreendido por um tigre grande, mau, feroz e faminto.


O f*****odido deita no chão e agarra meia dúzia de raízes expostas d'alguma vinha. Se pendurando no tal precipício. O tigre o espreita (e baba) a poucos centímetros de sua cabeça. Tremendo, o homem olha para baixo e vê: nenhum fundo! Apenas as raízes o impede de virar panqueca ou comida-de-tigre.


Até que subtamente, alguma coisa se move na terra à volta da tal raíz:
"Putz," pensou "a raíz ta cedendo!!".

Porém, quando tudo parecia estar perdido:
seus olhos percebem um belo morango vicejando.
Segurando-se com uma mão, ele pegou o morango com a outra e o comeu.

Que delícia! ele disse.

7.3.10

Mate Buda.  

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Noções e conceitos podem ser úteis se aprendermos a usá-los habilmente, sem sermos aprisionados por eles. O mestre zen Lin Chi disse : "Se você vir Buda em seu caminho, mate-o." Ele quis dizer que, se você tem uma idéia de Buda, ela impede você de ter uma experiência direta de Buda, porque você está preso a um objeto de sua percepção. E o único meio de você se livrar e experimentar Buda é matar sua noção de Buda. Este é o segredo da prática.

Se você se prende a uma idéia ou noção, você perde a oportunidade. Aprender a transcender suas construções mentais sobre a realidade é uma arte. Os mestres devem ajudar seus estudantes a aprenderem como não acumular conceitos. Se você carrega noções, nunca será emancipado. Aprender a olhar profundamente para enxergar a verdadeira natureza das coisas, ter contato "direto" com a realidade e não somente descrever a realidade em termos de noções e conceitos, é a prática.

Thich Nhat Hanh - Cultivando a Mente de Amor

2.3.10

Os 5 elementos no Taoísmo  

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Os 5 Elementos representam as atividades das forças Yin e Yang quando estão se alternando, manifestas nos ciclos de mudanças na natureza que regulam a vida na terra. Também chamadas como os 5 movimentos (Wu Yun), definem os vários estágios de transformação que acontecem nas mudanças de estações: crescimento e declínio; mudanças do clima; sons e sabores; emoções na psicologia humana. Cada energia está associada com um elemento natural cuja função se parece com a função destas energias, e tomam dali o seu nome. Diferente da forma de nomear os elementos por sua forma e substância como fazemos no Ocidente e em outros sistemas, o sistema chinês leva em conta a energia e sua transformação. Os elementos simbolizam atividades da energia com as quais estão associados.
 
As manifestações da força Yin e Yang na terra, as cinco fases da energia representam vários estágios de vazio e cheio pelas quais essas energias passam ao equilibrar um determinado sistema energético. Um antigo texto chinês diz sobre isto:
 

As cinco fases da energia ou os Elementos de Madeira, Metal, Água, Terra e Fogo aparecem em sua natureza especifica, durante as transformações da força Yang e de sua união com a força Yin. Estas fases de energia estão em constante mudança de atividade, nutrindo e controlando uma a outra para que haja uma constância nos movimentos de transformação do vazio para o cheio e do cheio para o vazio, num movimento circular sem fim ou começo. A interação destas forças primordiais cria a harmonia nas mudanças e no curso dos ciclos na natureza. As Cinco fases das Energias Elementares se combinam e re-combinam em inúmeras formas e produzem a vida manifesta. Todas as coisas que existem contêm os cinco elementos em variadas proporções.
 
Vamos analisar estas idéias observando os ciclos das estações do ano que influenciam tudo sobre a terra. A água é a fase da energia associada ao inverno, quando prevalece a força Yin. O inverno é o tempo do descanso, da quietude, quando a energia é poupada, recolhida, condensada, conservada e armazenada. A água é um elemento muito concentrado, contendo um grande potencial, um grande poder esperando para ser liberado. No corpo humano, a água está associada com os fluidos essenciais como os hormônios, os líquidos linfáticos, a medula, as enzimas, todos com grande potencial de energia. Sua cor é o preto ou o azul noite. A cor que contêm todas as outras cores de forma concentrada. Na natureza, a água evapora com o excesso de calor; nos seres humanos a energia da água dispersa pelo excesso de estresse e de emoções fortes. A forma de se conservar a energia da água é através da quietude e do repouso, é se manter "frio". 

A próxima fase do ciclo das estações do ano é a primavera, surge o elemento madeira do potencial energético da água, assim como as plantas florescem na terra durante a primavera. Este é o novo estágio Yang do ciclo das energias. A fase Madeira é expansiva, alegre e explosiva. É uma geração criativa de energia, despertando o desejo sexual de procriar. Está associada ao vigor, à juventude, ao crescimento e ao desenvolvimento. A energia da Madeira pede livre expressão e espaço para dar vazão à sua expansão. Se bloquearmos seu desenvolvimento, criamos sentimentos de frustração, raiva, ciúme e estagnação.

Assim como a primavera se desenvolve naturalmente para o verão, assim também a energia expansiva e criativa da Madeira amadurece para a energia florescente do Yang velho, a energia do fogo. Esta é a fase mais cheia de energia de todo o ciclo, quando acontece a fase mais quente da energia yang cheia. Todas as formas de vida se esquentam nesta fase de crescimento da energia do fogo. O fogo está associado ao coração, que é a morada das emoções humanas e o órgão que pulsa e distribui o sangue e sua energia pelo corpo. Sua cor é o vermelho a cor do calor e do sangue. Esta energia está associada ao amor e à compaixão, à generosidade e à alegria, à abertura e à abundância. Se bloquearmos esta energia, o resultado é a hipertensão, os problemas do coração e as desordens nervosas.

No final do verão chega um momento de interlúdio, de perfeito equilíbrio quando a energia do fogo diminui, se transformando em energia da terra, nem muito Yin e nem muito Yang quando se instala um estado de equilíbrio perfeito. Este momento é o clímax do ciclo, o intervalo entre as energias Yang da primavera e do verão e as energias Yin do outono e do inverno. O humor das 5 fases da energia está em harmonia neste momento, trazendo uma sensação de bem estar e completude. A energia do final do verão é a energia da terra, sua cor é o amarelo, a cor do sol e da terra. Na anatomia humana está associada ao estômago, ao baço e ao pâncreas que estão situados no centro do corpo e alimentam todo o sistema do corpo. Se a energia da terra for insuficiente, o organismo fica mal nutrido, afeta a digestão e todo o sistema se desequilibra e fica desvitalizado.
 

Quando o verão passa para o outono, a energia da terra se transforma em Metal. Durante a fase Metal, a energia começa novamente a se condensar, se contrair, volta-se para dentro para acumular e se armazenar, assim como armazenamos nossos alimentos no outono, para sobreviver no inverno. Nesta fase liberamos tudo que está gasto como as folhas das árvores que caem para poupar a essência, que é então armazenada para suportar a fase não produtiva da água, do inverno. Se nesta fase não houver bastante energia para contrair, não haverá força suficiente para passar o inverno e o próximo ciclo da madeira/primavera será fraco. A energia do Metal controla o pulmão, que extrai a energia essencial e expele as toxinas do sangue e do intestino grosso, que elimina a sujeira pesada enquanto retêm e recicla toda a água do organismo. A cor da fase Metal é o branco, a cor da pureza e da essência. O outono é a estação da introspecção e da meditação, de reciclar sentimentos antigos, apegos externos e o excesso de emoções adquiridas durante o verão, assim como as árvores se livram das folhas secas e buscam os nutrientes de suas raízes. Se resistirmos a esta energia e ficarmos aprisionados no passado podemos criar estados de melancolia, de tristeza e de depressão que se manifestam em dificuldades respiratórias, dores nas costas, problemas de pele e baixa resistência a doenças. Assim como o metal é a energia refinada extraída da terra e lapidada pelo fogo, o outono é a estação onde devemos extrair aprendizagens das atividades e experiências do verão, transformando-as na quietude e sabedoria do inverno.

Assim a grande roda da vida segue caminhando entre os ciclos das energias elementares, acordando e dando vida a todas as coisas, seguindo um processo ordenado de seqüência rítmica.

[5elementos.gif]

As cinco fases da energia ou 5 elementos mantêm o equilíbrio interno e a harmonia entre as energia Yin e Yang, através de ciclos de equilíbrio e checagem, chamados ciclo criativo e ciclo de controle. Ambos os ciclos, que interagem e equilibram um ao outro, estão em constante atividade, mantendo o campo dinâmico destas forças polares, que é necessário para mover e transformar as energias. O ciclo criativo gera energia e nutre a energia - como a relação entre mãe e filho. Água gera a Madeira nutrindo seu crescimento. Madeira gera Fogo dando-lhe combustível para queimar; Fogo gera Terra, fertizando-a com suas cinzas; Terra produz Metal pela extração e refinamento; Metal se torna líquido como Água quando fundido, somando-lhe propriedades especiais, quando a ela se mistura (como na água mineral).

Por outro lado, o ciclo de controle cria uma relação de subjugar, como a existente nas batalhas entre o vencedor e o vencido. O Livro da Medicina Clássica descreve o ciclo de controle dessa forma:
 
Madeira em contato com Metal é abatida.
Fogo
em contato com Água se apaga.
Terra
em contato com Madeira é penetrada.
Metal
em contato com Fogo de dissolve.
Água
em contato com Terra pára seu curso.
Assim que uma das fases de energia se excede tende a exercer um estimulo excessivo sobre o elemento seguinte do ciclo criativo. Neste exato momento, o elemento que controla esta energia excessiva entra em ação para restaurar a harmonia. Por exemplo: se o elemento Madeira gerar energia em demasia, provendo o elemento Fogo de muito combustível - o que poderia causar muita queimada - o Metal entra em ação, cortando o suprimento de madeira e assim, restabelecendo o equilíbrio. O Ciclo Criativo e o de controle mantêm uma constante relação de harmonia e equilíbrio entre as 5 fases da energia ou as 5 Energias elementares.

Por Daniel Reed

1.3.10

SomosoM  

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Provavelmente o desenvolvimento mais importante na investigação científica sobre a música foi a descoberta de que a música é percebida através da parte do cérebro que recebe os estímulos das emoções, sensações e sentimentos, sem antes ser submetida aos centros cerebrais envolvidos com a razão e a inteligência. Schullian e Schoen explicam este fenômeno: "Música, que não depende das funções superiores do cérebro para franquear entrada ao organismo, ainda pode excitar por meio do tálamo – o posto de intercomunicação de todas as emoções, sensações e sentimentos. Uma vez que um estímulo foi capaz de alcançar o tálamo, o cérebro superior é automaticamente invadido, e, se o estímulo é mantido por algum tempo, um contato íntimo entre o cérebro superior e o mundo da realidade pode ser desta forma estabelecido."
 
Tempo e espaço não permitem uma abordagem completa da percepção musical. É suficiente dizer que estudos nos últimos cinqüenta anos tem trazido à luz algumas descobertas bastante significativas, que podem ser resumidas como se segue:
 
A música é percebida e desfrutada sem necessariamente 
ser interpretada pelos centros superiores do cérebro que 
envolvem a razão e o julgamento.

A resposta à música é mensurável,
mesmo quando o ouvinte não está dando
uma atenção consciente a ela.

Há evidencias de que a música pode levar 
a mudanças de estados de espírito pela 
alteração da química corporal e do equilíbrio 
dos eletrólitos.

Rebaixando o nível de percepção sensorial, 
a música amplifica as respostas às cores,
toque e outras percepções sensoriais.

Tem sido demonstrado que os 
efeitos da música alteram a energia 
muscular e promovem ou inibem o 
movimento corporal.

Música rítmica altamente 
repetitiva tem um efeito hipnótico.

O sentido da audição tem um 
efeito maior sobre o sistema nervoso
autônomo do que qualquer outro sentido. 


19.2.10

Que Tal Novos Cliches?!  

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18.2.10

O Cão de Pavlov e O Gato de Schrödinger  

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      por Papa Duubhglas Juarezzz

( I )

Pééé!

Esse era o som da campainha. É, eu sei… Uma grande bosta, mas com o tempo você se acostuma. E depois de um tempo, você até sente falta quando viaja.

Mas, quando se é um cachorro, você não viaja muito. E se você é um cachorro inteligente que assiste tv, você descobre que em algumas viagens, os cachorros não voltam. Mas isso não impede de você abanar a porra do rabo toda vez que vê o dono balançar a chave do carro.

Se você é um cachorro inteligente de verdade, você não vê tv.

Eu sou um cachorro de 1931.

Não precisa ser inteligente de verdade pra saber que em 1931 não existia tv, mas se você é inteligente de verdade, você não está nem aí pra isso; aliás, você está lendo um texto escrito por um cachorro!

22.1.10

"se a realidade é um saco alucinação me faço"  

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Aforismo 00021  

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Nada é independente.
Nada é independente.
Nada é independente.
Nada é independente.
Nada é independente.

Nada, nada, nada, nada, nada é independente.






Nada é independente, ou "nada" é independente?

12.1.10

As Ruínas Circulares  

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http://4.bp.blogspot.com/_c-epeyzj-lk/SkaT0Mw39xI/AAAAAAAAAf8/qpP5rdZDyaA/s400/un_sonhos_thumb%5B48%5D.jpg

And if he left off dreaming about you...
Through the Looking-Glass, VI


    Ninguém o viu desembarcar na unânime noite, ninguém viu a canoa de bambu sumindo-se no lodo sagrado, mas em poucos dias ninguém ignorava que o homem taciturno vinha do Sul e que sua pátria era uma das infinitas aldeias que estão águas acima, no flanco violento da montanha, onde o idioma zenda não se contaminou de grego e onde é infreqüente a lepra. O certo é que o homem cinza beijou o lodo, subiu as encostas da ribeira sem afastar (provavelmente, sem sentir) as espadanas que lhe dilaceravam as carnes e se arrastou, mareado e ensangüentado, até o recinto circular que coroa um tigre ou cavalo de pedra, que teve certa vez a cor do fogo e agora a da cinza. Esse círculo é um templo que os incêndios antigos devoraram, que a selva palúdica profanou e cujo deus não recebe honra dos homens. O forasteiro estendeu-se sob o pedestal. O sol alto o despertou. Comprovou sem assombro que as feridas cicatrizaram; fechou os olhos pálidos e dormiu, não por fraqueza da carne, mas por determinação da vontade. Sabia que esse templo era o lugar que seu invencível propósito postulava; sabia que as árvores incessantes não conseguiram estrangular, rio abaixo, as ruínas de outro templo propício, também de deuses incendiados e mortos; sabia que sua imediata obrigação era o sonho. Por volta da meia-noite, despertou-o o grito inconsolável de um pássaro. Rastros de pés descalços, alguns figos e um cântaro advertiram-no de que os homens da região haviam espiado respeitosos seu sonho e solicitavam-lhe o cuidado ou temiam-lhe a mágica. Sentiu o frio do medo e na muralha dilapidada buscou um nicho sepulcral e se tapou com folhas desconhecidas.

27.12.09

Isaac Asimov - Pense  

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Genevieve Renshaw, Doutora em Medicina, tinha as mãos enfiadas nos bolsos do seu jaleco de laboratório. O contorno dos punhos cerrados lá dentro aparecia claramente, mas falava num tom calmo:

- O fato – dizia ela – é que estou quase pronta, mas vou precisar de ajuda para continuar tocando a coisa pelo tempo necessário para ficar pronta.

James Berkowitz, um físico que tendia a proteger meras médicas, quando eram atraentes demais para serem desprezadas, tinha o hábito de chamá-la Jenny Wren*, sempre que ninguém o estava ouvindo. Gostava de dizer que Jenny Wren possuía um perfil clássico e sobrancelhas surpreendentemente suaves, e, no íntimo, considerava que atrás delas se adensava um cérebro dos mais aguçados. Seria a melhor forma para expressar sua admiração – do perfil clássico – sem cair num chauvinismo masculino. Sem dúvida, admirar o cérebro era preferível, mas, em geral, evitava fazê-lo em voz alta na presença dela.

- Não acho que o escritório central vá ter paciência por muito mais tempo – disse ele, com o polegar raspando o queixo com barba por fazer. – A impressão que tenho é que vão encostá-la na parede antes do fim da semana.

- É por isso que preciso da sua ajuda.

- Receio que não haja nada que eu possa fazer.

Ele pegou um inesperado reflexo de seu próprio rosto no

* Alusão às enfermeiras que fazem parte do Women “s Royal Naval Service. (N.R.)


25.10.09

Aforismo 00015  

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http://www.myenergetictouch.com/TANTRA%20PICSSS.jpg

Só se começa a entender de fato o que é Tantra quando se compreendesse a sexualidade entre o Sol e a Lua.

13.10.09

mememememe - E se Ideias Forem Vírus?  

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"Pessoas possuem Ideias;
Ideologias possuem Pessoas."
[em construção]

Consider the T-phage virus. A T-phage cannot replicate itself; it reproduces by hijacking the DNA of a bacterium, forcing its host to make millions of copies of the phage. Similarly, an idea can parasitically infect your mind and alter your behavior, causing you to want to tell your friends about the idea, thus exposing them to the idea-virus. Any idea which does this is called a "meme" (pronounced `meem').

Unlike a virus, which is encoded in DNA molecules, a meme is nothing more than a pattern of information, one that happens to have evolved a form which induces people to repeat that pattern. Typical memes include individual slogans, ideas, catch-phrases, melodies, icons, inventions, and fashions. It may sound a bit sinister, this idea that people are hosts for mind-altering strings of symbols, but in fact this is what human culture is all about.

As a species, we have co-evolved with our memes. Imagine a group of early Homo Sapiens in the Late Pleistocene epoch. They've recently arrived with the latest high-tech hand axes and are trying to show their Homo Erectus neighbours how to make them. Those who can't get their heads around the new meme will be at a disadvantage and will be out-evolved by their smarter cousins.

Meanwhile, the memes themselves are evolving, just as in the game of "Telephone" (where a message is whispered from person to person, being slightly mis-replicated each time). Selection favors the memes which are easiest to understand, to remember, and to communicate to others. Garbled versions of a useful meme would presumably be selected out.

So, in theory at least, the ability to understand and communicate complex memes is a survival trait, and natural selection should favor those who aren't too conservative to understand new memes. Or does it? In practice, some people are going to be all too ready to commit any new meme that comes along, even if it should turn out to be deadly nonsense, like: "Jump off a cliff and the gods will make you fly."
 
Such memes do evolve, generated by crazy people, or through mis-replication. Notice, though, that this meme might have a lot of appeal. The idea of magical flight is so tantalizing -- maybe, if I truly believed, I just might leap off the cliff and...

Ai está um ponto vital: pessoas infectam umas as outras com memes  que elas  acham mais bonitinhos, independentemente de ser [consensualmente] real ou de seus objetivos. Fora que o hospedeiro pode nunca realmente correr riscos no processo; é capaz de passar o resto de sua vida infectando outras pessoas com o tal meme, induzindo incontáveis otários a um fim. Historicamente, esse tipo de coisa acontece todo o tempo. Agora, se "memes" podem ser considerados realmente "vivos" ou não é um tópico para debate, mas para nós é irrelevante: eles se comportam de forma semelhante a seres vivos, e a tal ponto que nos permite combinar as tecnicas analiticas de epidemologia, evolucionismo, imunologia, linguistica e semiotica, num sistema dinâmico conhecido como "Memética". Ao invez de debater a "verdade" inerente ou a falta dela numa ideia, a memética está mais preocupada em como essas ideias auto-replicam.

This is a vital point: people try to infect each other with those memes which they find most appealing, regardless of the memes' objective value or truth. Further, the carrier of the cliff-jumping meme might never actually take the plunge; they may spend the rest of their long lives infecting other people with the meme, inducing millions of gullible fools to leap to their deaths. Historically, this sort of thing is happening all the time.
Whether memes can be considered true "life forms" or not is a topic of some debate, but this is irrelevant: they behave in a way similar to life forms, allowing us to combine the analytical techniques of epidemiology, evolutionary science, immunology, linguistics, and semiotics, into an effective system known as "memetics." Rather than debate the inherent "truth" or lack of "truth" of an idea, memetics is largely concerned with how that idea gets itself replicated.

Memética é vital para a compreenção de cultos, ideologias e campanhas de marketing de todos os tipos. Além de ajudar a prover imunidade contra informações-contagiosas (memes) perigosas. Você deveria ter noção de que, por exemplo, você acabou de ser exposto a um Meta-Meme, um meme sobre memes...

The lexicon which follows is intended to provide a language for the analysis of memes, meme-complexes, and the social movements they spawn. O nome da pessoa que cunhou e definiu cada palavra aparece em parenteses, apesar de que algumas definições possam estar parafraseadas e alteradas.

23.9.09

Os Puladores  

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tradução da sara dum conto surreal:

A pulga, o gafanhoto e o bonito certa feita quiseram ver qual deles podia pular mais alto, e então eles convidaram o mundo inteiro – e qualquer outra pessoa que quisesse vir – para assistir a brincadeira. E os três puladores apropriados entraram juntos no salão.
“Bem, eu darei a minha filha para aquele que pular mais alto!”, disse o rei. “Porque é de pouco consolo que essas pessoas pulem por nada!”
A pulga deu um passo à frente primeiro. Ela tinha maneiras requintadas e se inclinou para todos os lados, porque sangue de solteirona corria nas suas veias e ela estava acostumada a se associar às pessoas. E isso, no fim das contas, significa um bocado.
O gafanhoto veio em seguida. Ele, é claro, era consideravelmente maior, mas ainda assim ele tinha modos razoavelmente bons. Ele estava vestindo um uniforme verde, com o qual havia nascido vestido. Além disso, esta pessoa ilustre disse que vinha de uma família antiga nas paragens do Egito, e que em sua terra natal tinham-no em muito alta estima. Ele havia sido tirado do campo e colocado numa casa de cartas de três andares – todas cartas com rostos, com os lados coloridos virados para dentro. A casa tinha tanto porta quanto janelas que haviam sido cortadas da cintura da Rainha de Copas.
“Eu canto tão bem”, ele disse, “que dezesseis grilos da região, que trinam desde que são pequeninos e ainda não receberam uma casa de cartas, ficaram tão contrariados que se tornaram ainda mais magros depois de me ouvir cantar.”
Ambos – a pulga e o gafanhoto – deram, assim, uma boa descrição de quem eram e de porque achavam que eles podiam mesmo casar com uma princesa.
O bonito nada disse, mas foi dito que ele se achava ainda mais; e o cão de caça da corte cheirou somente ele porque reconheceu que o bonito vinha de uma boa família. O velho conselheiro, que já tinha recebido três ordens pra calar a boca, sustentava que o bonito tinha o dom da profecia: podia-se dizer pelas suas costas se o inverno ia ser brando ou severo, e ninguém pode dizer isso nem com base nas costas do homem que escreve o Almanaque.
“Bem, eu não estou dizendo nada,” disse o velho rei, “mas eu sempre fui assim e guardei meus pensamentos pra mim!”
Agora o pululê ia começar. A pulga pulou tão alto que ninguém podia ve-la, e então consideraram que ela não tinha sequer pulado. E isso foi injusto.
O gafanhoto só pulou metade da altura que a pulga pulou, mas ele pousou bem na cara do rei, e então o rei disse que aquilo era revoltante!
O bonito ficou paradinho e meditou por um bom tempo. Por fim, pensaram que ele não podia pular de jeito nenhum.
“Se apenas ele não tivesse ficado indisposto!”, disse o cão de caça da corte, e depois cheirou-o novamente: SWOOOOOOOOOOOOOOOOOOSH! O bonito deu um pulo curto e vacilante direto pro colo da princesa, que estava sentada num banquinho de ouro baixo.
O rei disse “o pulo mais alto é pular para a minha filha, porque esse é o verdadeiro objetivo! Mas uma cabeça é necessária para acertar um tal alvo, e o bonito mostrou que tem uma cabeça. Ele tem pernas na sua testa!”
E assim ele ficou com a princesa.
“Apesar de tudo fui eu quem pulou mais alto!”, disse a pulga. “Mas não importa. Que ela tenha aquele troço de pernas-de-pau e cera! Eu pulei mais alto! Mas nesse mundo uma pessoa precisa ter um corpo se quer ser vista.”
E então a pulga foi pras guerras no estrangeiro, onde dizem que ela foi morta.
O gafanhoto sentou numa vala e ficou pensando nas coisas do mundo como elas realmente são. E então ele também disse “o que é necessário é um corpo! O que é necessário é um corpo!”
E então ele cantou sua própria canção melancólica, e foi daí que nós tiramos essa história. Mas podia muito bem ser uma mentira, mesmo que tenha aparecido impressa.
.
.
(tradução livre de The Jumpers, do Hans Andersen)
(note-se que esse conto é Larista e Discordiano e Peixuxiano! \ö/ viva os bonitos e os atuns, principalmente!)

14.9.09

Remix: Chakras x Qabbalah x 8 Circuitos Cerebrais  

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13.9.09

What does it mean that the most powerful of all psychedelic hallucinogens is a part of normal human metabolism?  

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Eu não sei se algum de vocês alguma vez já sentou, 
cruzou as pernas, fumou DMT e foi ver no que dava. 
Bem, o que acontece comigo é essa coisa enorme vindo  
RRRRRAAHH para minha espinha e piscando meu cerebro,  né?

-- O cara da Kundalini Yoga no documentário de Woodstock...


http://deoxy.org/gif/tryptamines.gif
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17.8.09

GLOSSARY OF TERMS RELATING TO DISCORDIANISM  

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By Chaplin Sinatra Fonzarelli
DISCORDIANISM: Like Wicca, it started off as a religion for pot-smoking hippie bums who wanted to pass off their bullshit as a philosophical statement. The key difference was it was full of jokes plagiarized from the Marx brothers. Somewhere along the line, like many obscure things that deserved to stay obscure, it got co-opted by sweaty, anime-downloading computer nerds and has become some stupid inside joke on message boards full of assholes, giving it as much meaning and significance as All Your Base Are Belong To Us.
THE CHURCH OF THE SUBGENIUS: Discordians who get bored of saying "Fnord" and "Hail Eris" and wanted to make up new nonsense phrases and pretend like saying them while giggling was a constructive act of activism.
THE PRINCIPIA DISCORDIA: Between "My First ABCs" and "The Essential Guide to Star Wars Ships" in terms of literary importance
THE BOOK OF THE SUBGENIUS: Like the Principia Discordia, only 100 pages longer, and it costs 20 bucks instead of being able to find it on Google.
THE ILLUMINATUS TRILOGY: A plagiarism of Joyce's work filled with nerdy pop culture references and pretentious rantng.
SCHRÖDINGER'S CAT: A plagiarism of Vonnegut's work filled with nerdy pop culture references and pretentious ranting.
ROBERT ANTON WILSON: A man who has accumulated a small fortune selling plagiarisms of Joyce and Vonnegut filled with nerdy pop culture references with pretentious ranting.
MALACLYPSE THE YOUNGER: Some "wacky" nom de plume of a man who probably wrote The Principia Discordia in a stained tie-dye T-shirt on a bongwater-stained couch while listening to a highly worn LP of Freak Out!, The White Album, or The Piper at the Gates of Dawn. Wasn't smart enough to copyright his work so probably died alone and penniless on a gutter while clenching a Coke bottle pipe filled with schwag, while his buddy Robert Anton Wilson eats steak for dinner in his dining room.
KERRY THORNLEY/LORD OMAR/A BILLION OTHER STUPID PSEUDONYMS: Wrote ten crazy Xeroxed rants about Libertarianism and thought his friends were agents of the Illuminati, now posthumously considered a genius.
STEVE JACKSON: The poster boy for the official point of transformation of the vast majority (ie: 40) of Discordians changing from hippie slackers to D&D nerds who wish they could have been alive to be hippie slackers like their parents.
FNORD: A word invented to be used in the boring, pointless signatures, "hilarious" spam, and half-hearted graffiti of Discordians. Might have been a slightly funny inside joke between RAW, Thornley, and Malaclypse, but the Internet beat it into the ground like it does everything
23: The fact that that number can sometimes be seen somewhere is proof of an elaborate evil conspiracy/magical cosmic force that protects and strengthens all Discordians
THE BAVARIAN ILLUMINATI: The 19th century version of the Discordians. IE: They had great ideas but we're too lazy and fuckwitted and unorganized to get anything done so instead they just made a bunch of bullshit. So obviously the Discordian society idolizes them.
THE POEE: 12 members strong.
THE DISCORDIAN SOCIETY: 18 members strong.
WWW.PRINCIPIADISCORDIA.COM: An expensive domain name that somebody pays for solely to host a 60-page book that can be found for a yardsale at 25 cents, or in it's entirity on the first 13 pages of a Google search. In other word, a nerd who felt the obligation to make a site that wasn't about what bands they like or how similar to Hitler Bush is.
ERISIANS: Discordians who insist on being called something else to be difficult
ERIS/DISCORDIA: There is a disagreement among Discordians and Erisians as to her nature. Discordians think she's a cartoon character with magic powers who help them out and who they fantasize to while masturbating, (that is, when they're too lazy to open up their porn folder or turn to the Dryad page of the D&D Monster Manual) Erisians think the same thing although they sprinkle it with some Taoist metaphysical stuff.
OPERATION MINDFUCK: A way to make the world a better place that apparently involves trolling conservative communities, writing notes on bathroom walls, making up little pieces of paper that say "LOL U R TEH POPE" and being too afraid to hand them out to people, and contemplating all of these brilliant ideas on a message board and being too lazy to do any of them.
JAKE: Like a mindfuck except more childish, if that's possible
WWW.POEE.CO.UK: A website with a professional-looking appearance and informative content. This makes it’s owner Syntapgjax, a Fake Discordian, since obviously the definition of "Discordian" is "someone who can't get their shit together"
FAKE DISCORDIAN: A term thrown around a lot for practitioners of a religion that embraces ontological freedom and equality. It's actually a redundant term.
"WE DISCORDIANS MUST STICK APART": An excuse for not having your shit together
CHAOS MAGIC: If Wicca is people who need an authority figure to give their minds permission to use magic adopting books form Barnes and Noble as such, than Chaos Magic is the same, only with Google and Alice in Wonderland.
ZENARCHY: A term used by Discordians who have to pretend they're too enlightened to use terms like "Anarchist" to describe their political belief, so they use a term that sounds deep but is actually an unfunny portmanteau, like "Zenarchist" so they can pretend they're too cool for politics.
THE LAW OF FIVES: An important lesson in epistemological relativism becomes an inside joke among people who make stupid polls on the Internet to waste their lives away
COPYRITE/KOPYRIGHT/KOPYRITE/COPYLEFT/KOPYLEFT: A term that’s obviously Discordian because of the lame pun. Spawned Wikipedia, which is what sexless nerds use as an authoritative source of knowledge, in the same way imperialist intellectual elitists used the Britannica.
DISCORDIAN SAINT: Someone who the government hasn't forced to take their meds yet
THE PRINCIPIA DISCORDIA.COM FORUMS: Where you can read jokers bickering like the cast of MASH towards the end of the show and pretending that they're better than 95 percent of DeadJournal users somehow. Also full of long, drawn out, pointless rants that just reiterate the same uninsightful points. Discordians are nerds who don't have enough sex.

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