Nietzsche, Kant & Sinatra - Sobre a existência
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Psicodelografado por Pedro
Milagre!
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Tudo é milagre.
É um milagre que uma pessoa nao se dissolva
no banho como um cubo de açucar.
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Psicodelografado por Pedro
Pensar por imagens, a arte que perdemos.
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Psicodelografado por Pedro
Neil Gaiman - Snow, Glass, Apples
categorias poesia experimental acidental, sufis situs e outras entidades 0 x23 comentáriosI do not know what manner of thing she is. None of us do. She killed her mother in the birthing, but that’s never enough to account for it.
They call me wise, but I am far from wise, for all that I foresaw fragments of it, frozen moments caught in pools of water or in the cold glass of my mirror. If I were wise I would not have tried to change what I saw. If I were wise I would have killed myself before ever I encountered her, before ever I caught him.
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Psicodelografado por Pedro
ZEN
categorias eu que fiz, poesia experimental acidental, Psychodharmlia, sufis situs e outras entidades 2 x23 comentáriosE ainda por cima nem precisa apelar pro sagrado nem para o dogmático!
Manjou a gota, manjou o oceano!"
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Psicodelografado por Pedro
Neil Gaiman - Nicholas era...
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Psicodelografado por Pedro
Um pouco dos "...Limbos do Pacífico"
categorias democraciadecuérola, ganso demasiado ganso, poesia experimental acidental 1 x23 comentários"A alma só começa a ter um conteúdo assinalável
para além da cortina de pele que separa o dentro do fora.
E ela se enriquece infinttamente à medida que se anexa
aos círculos mais amplos em torno do ponto eu."
O que não existe insiste.
Insiste para existir.
Ex-sistere."
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Psicodelografado por Pedro
Nietzsche - As Borboletas e as Bolhas de Sabão
categorias cacoparrachia, poesia experimental acidental, PsycoNáuticaAlquimiaInternaAnarquiTextura, sincroned, sufis situs e outras entidades 0 x23 comentáriosde felicidade são as borboletas e as
bolhas de sabão...
graciosas e que se movem é o que, de mim,
arrancam lágrimas e canções.
soubesse dançar.
grave, profundo, solene.
todas as coisas.
para mudar de lugar.
de mim mesmo, agora um Deus dança em mim!"
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Psicodelografado por Pedro
Medo do Medo do Medo.
categorias ação, poesia experimental acidental, Terrorismo Poético e outras Radicalidades 0 x23 comentáriosProvisoriamente
não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
que esteriliza os abraços,
nosso pai e nosso companheiro,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
o medo dos democratas,
e o medo de depois da morte,
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Psicodelografado por Clara.
A sexualidade entre o Sol e Lua
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Psicodelografado por Pedro
Coyote
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Psicodelografado por Pedro
fëng
categorias ação, eu que fiz, poesia experimental acidental, Terrorismo Poético e outras Radicalidades 0 x23 comentáriosiafuvnidfvnaidfuvnaifuvnifvnifno
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Psicodelografado por Clara.
Toda noite dormimos...
categorias ação, poesia experimental acidental, Terrorismo Poético e outras Radicalidades 0 x23 comentáriosO que vemos,
E se não dormimos?...
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Psicodelografado por Clara.
Koan do Moranguinho
categorias cacoparrachia, eu que fiz, poesia experimental acidental, Psychodharmlia, sincroned 0 x23 comentáriosUm viajante, passando por uma estrada rente a um precipício, é surpreendido por um tigre grande, mau, feroz e faminto.
O f*****odido deita no chão e agarra meia dúzia de raízes expostas d'alguma vinha. Se pendurando no tal precipício. O tigre o espreita (e baba) a poucos centímetros de sua cabeça. Tremendo, o homem olha para baixo e vê: nenhum fundo! Apenas as raízes o impede de virar panqueca ou comida-de-tigre.
Até que subtamente, alguma coisa se move na terra à volta da tal raíz:
"Putz," pensou "a raíz ta cedendo!!".
Porém, quando tudo parecia estar perdido:
seus olhos percebem um belo morango vicejando.
Segurando-se com uma mão, ele pegou o morango com a outra e o comeu.
“Que delícia!” ele disse.
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Psicodelografado por Pedro
aaaaaaaaaaaaaa
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Psicodelografado por Pedro
Que Tal Novos Cliches?!
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Psicodelografado por Pedro
O Cão de Pavlov e O Gato de Schrödinger
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Psicodelografado por Pedro
Salvador Dali - Alice no Pais das Maravilhas
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Psicodelografado por Pedro
William S. Burroughs - The Man Who Taught His Asshole To Talk
categorias linkania, poesia experimental acidental, sufis situs e outras entidades 1 x23 comentáriosDid I ever tell you about the man who taught his asshole to talk? His whole abdomen would move up and down, you dig, farting out the words. It was unlike anything I ever heard.
This ass talk had sort of a gut frequency. It hit you right down there like you gotta go. You know when the old colon gives you the elbow and it feels sorta cold inside, and you know all you have to do is turn loose?
Well this talking hit you right down there, a bubbly, thick stagnant sound, a sound you could smell.
This man worked for a carnival, you dig, and to start with it was like a novelty ventriloquist act. Real funny, too, at first. He had a number he called The Better ‘Ole that was a scream, I tell you. I forget most of it but it was clever. Like:
‘Oh I say, are you still down there, old thing?’
‘Nah I had to go relieve myself.’
After a while the ass start talking on its own. He would go in without anything prepared and his ass would ad-lib and toss the gags back at him every time.
Then it developed sort of teeth-like little raspy in-curving hooks and started eating. He thought this was cute at first and built an act around it, but the asshole would eat its way through his pants and start talking on the street, shouting out it wanted equal rights.
It would get drunk, too, and have crying jags. Nobody loved it and it wanted to be kissed same as any other mouth.
Finally it talked all the time day and night, you could hear him for blocks screaming at it to shut up, and beating it with his fist, and sticking candles up it, but nothing did any good and the asshole said to him:
‘It’s you who will shut up in the end not me. Because we don’t need you around here any more. I can talk and eat and shit.’
After that he began waking up in the morning with a transparent jelly like a tadpole’s tail all over his mouth. This jelly was what the scientists call UDT — un-differentiated tissue, which can grow into any kind of flesh on the human body.
He would tear it off his mouth and the pieces would stick to his hands like burning gasoline jelly and grow there, grow anywhere on him a glob of it fell.
So finally his mouth sealed over, and the whole head would have amputated spontaneous — (did you know there is a condition occurs in parts of Africa and only among Negroes where the little toe amputates spontaneously?) — except for the eyes, you dig?
That’s one thing the asshole couldn’t do was see. It needed the eyes. But nerve connections were blocked and infiltrated and atrophied so the brain couldn’t give orders any more. It was trapped in the skull, sealed off.
For a while you could see the silent, helpless suffering of the brain behind the eyes, then finally the brain must have died, because the eyes went out, and there was no more feeling in them than a crab’s eyes on the end of a stalk.’
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Psicodelografado por Pedro





