Salve Éris! ou "Isso é tudo pessoal"
categorias discórdia, eu que fiz, Notícias do Front 2 x23 comentáriosdomingo foi um dia especial. domingo foi dia 23 do 5.
do que por fim nesta joça.
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Curso de Iron Shirt Chi Kun
(Chi Kun da Camisa de Ferro)
Início: 01 de Outubro de 2009
O CHI-KUN é um antigo método da Alquimia Interna Taoísta que conduz ao equilíbrio dos corpos físico, mental e emocional através da respiração, posturas, exercícios de meditação e auto-massagem. O CHI-KUN da Camisa de Ferro fortalece os órgãos internos do corpo, ajuda o enraizamento nas forças terrestres e ativa o equilíbrio individual.
O Programa é composto por 4 temas:
● A Meditação do Sorriso ● Os Sons que Curam
● Camisa de Ferro(as posturas) ● Chi Auto-Massagem
Horário: das 19:00 h até as 21:00 h (todas as 5as.)
Duração: 5 meses (vagas limitadas)
Facilitadora: Tereza Amoêdo (reg. 9881)
Formação: Inst.Inter-Tao; Asbamtho e Abaco. Cursos: Auriculoterapia (Escola Huang Li Chun); Cristais (Antônio Duncan); Reiki (Escola Mestre Mikao Usui); Fitoterapia Chinesa (Magali Lobosco).
3087-7531 e 8899-4983
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Por Notícia da agência Afropress 14/08/2009 às 12:40
Tomado por suspeito de um crime impossível - o roubo do seu próprio carro, um EcoSport da Ford - o funcionário da USP, Januário Alves de Santana, 39 anos, foi submetido a uma sessão de espancamentos com direito a socos, cabeçadas e coronhadas, por cerca de cinco seguranças do Hipermercado Carrefour, numa salinha próxima à entrada da loja da Avenida dos Autonomistas, em Osasco. Enquanto apanhava, a mulher, um filho de cinco anos, a irmã e o cunhado faziam compras.
A direção do Supermercado, questionada pelo Sindicato dos Trabalhadores da USP, afirma que tudo não passou de uma briga entre clientes.
O caso aconteceu na última sexta-feira (07/08) e está registrado no 5º DP de Osasco. O Boletim de Ocorrência - 4590 - assinado pelo delegado de plantão Arlindo Rodrigues Cardoso, porém, não revela tudo o que aconteceu entre as 22h22 de sexta e as 02h34 de sábado, quando Santana - um baiano há 10 anos em São Paulo e que trabalha como Segurança na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, há oito anos - chegou a Delegacia, depois de ser atendido no Hospital Universitário da USP com o rosto bastante machucado, os dentes quebrados.
Ainda com fortes dores de cabeça e no ouvido e sangrando pelo nariz, ele procurou a Afropress, junto com a mulher - a também funcionária do Museu de Arte Contemporânea da USP, Maria dos Remédios do Nascimento Santana, 41 anos - para falar sobre as cenas de terror e medo que viveu. "Eu pensava que eles iam me matar. Eu só dizia: Meu Deus".
Santana disse pode reconhecer os agressores e também pelo menos um dos policiais militares que atendeu a ocorrência - um PM de sobrenome Pina. "Você tem cara de que tem pelo menos três passagens. Pode falar. Não nega. Confessa, que não tem problema", teria comentado Pina, assim que chegou para atender a ocorrência, quando Santana relatou que estava sendo vítima de um mal entendido.
Depois de colocar em dúvida a sua versão de que era o dono do próprio carro, a Polícia o deixou no estacionamento com a família sem prestar socorro, recomendando que, se quisesse, procurasse a Delegacia para prestar queixa.
Terror e medo
"Cheguei, estacionei e, como minha filha de dois anos, dormia no banco de trás, combinei com minha mulher, minha irmã e cunhado, que ficaria enquanto eles faziam compra. Logo em seguida notei movimentação estranha, e vi dois homens saindo depressa, enquanto o alarme de uma moto disparava, e o dono chegava, preocupado. Cheguei a comentar com ele: "acho que queriam levar sua moto". Dito isso, continuei, mas já fora do carro, porque notei movimentação estranha de vários homens, que passaram a rodear, alguns com moto. Achei que eram bandidos que queriam levar a moto de qualquer jeito e passei a prestar a atenção", relata.
À certa altura, um desses homens - que depois viria a identificar como segurança - se aproximou e sacou a arma. Foi o instinto e o treinamento de segurança, acrescenta, que o fez se proteger atrás de uma pilastra para não ser atingido e, em seguida, sair correndo em zigue-zague, já dentro do supermercado. "Eu não sabia, se era Polícia ou um bandido querendo me acertar", contou.
Os dois entraram em luta corporal, enquanto as pessoas assustadas buscavam a saída. "Na minha mente, falei: meu Deus. Vou morrer agora. Eu vi essa cena várias vezes. E pedia a Deus que ele gritasse Polícia ou dissesse é um assalto. Ele não desistia de me perseguir. Nós caímos no chão, ele com um revólver cano longo. Meu medo era perder a mão dele e ele me acertar.
Enquanto isso, a mulher, a irmã, Luzia, o cunhado José Carlos, e o filho Samuel de cinco anos, faziam compras sem nada saber. "Diziam que era uma assalto", acrescenta Maria dos Remédios.
Segundo Januário, enquanto estava caído, tentando evitar que o homem ficasse em condições de acertar sua cabeça, viu que pessoas se aproximavam. "Eu podia ver os pés de várias pessoas enquanto estava no chão. É a segurança do Carrefour, alguém gritou. Eu falei: Graças a Deus, estou salvo. Tô em casa, graças a Deus. Foi então que um pisou na minha cabeça, e já foi me batendo com um soco. Eu dizia: houve um mal entendido. Eu também sou segurança. Disseram: vamos ali no quartinho prá esclarecer. Pegaram um rádio de comunicação e deram com força na minha cabeça. Assim que entrei um deles falou: estava roubando o EcoSport e puxando moto, né? Começou aí a sessão de tortura, com cabeçadas, coronhadas e testadas", continuou.
Sessão de torturas
"A sessão de torturas demorou de 15 a 20 minutos. Eu pensava que eles iam me matar. Eu só dizia: Meu Deus, Jesus. Sangrava muito. Toda vez que falava "Meu Deus", ouvia de um deles. Cala a boca seu neguinho. Se não calar a boca eu vou te quebrar todo. Eles iam me matar de porrada", conta.
Santana disse que eram cerca de cinco homens que se revezavam na sessão de pancadaria. "Teve um dos murros que a prótese ficou em pedaços. Eu tentava conversar. Minha criança está no carro. Minha esposa está fazendo compras, não adiantava, porque eles continuaram batendo. Não desmaiei, mas deu tontura várias vezes. Eu queria sentar, mas eles não deixavam e não paravam de bater de todo jeito".
A certa altura Januário disse ter ouvido alguém anunciar: a Polícia chegou, sendo informada de que o caso era de um negro que tentava roubar um EcoSport. "Eles disseram que eu estava roubando o meu carro. E eu dizia: o carro é meu. Deram risada."
A Polícia e o suspeito padrão
A chegada da viatura com três policiais fez cessar os espancamentos, porém, não as humilhações. "Você tem cara de que tem pelo menos três passagens. Pode falar. Não nega. Confessa que não tem problema", comentou um dos policiais militares, enquanto os seguranças desapareciam.
O policial não deu crédito a informação e fez um teste: "Qual é o primeiro procedimento do segurança?". Tonto, Januário, Santana disse ter respondido: "o primeiro procedimento é proteger a própria vida para poder proteger a vida de terceiros".
Foi depois disso que conseguiu que fosse levado pelos policiais até o carro e encontrou a filha Ester, de dois anos, ainda dormindo e a mulher, a irmã e o filho, atraídos pela confusão e pelos boatos de que a loja estava sendo assaltada. "Acho que pela dor, ele se deitou no chão. Estava muito machucado, isso tudo na frente do meu filho", conta Maria dos Remédios.
Sem socorro
Depois de conferirem a documentação do carro, que está em nome dela, os policiais deixaram o supermercado. "Daqui a pouco vem o PS do Carrefour. Depois se quiserem deem queixa e processem o Carrefour", disse o soldado.
Em choque e sentindo muitas dores, o funcionário da USP conseguiu se levantar e dirigir até o Hospital Universitário onde chegou com cortes profundos na boca e no nariz. "Estou sangrando até hoje. Quando bate frio, dói. Tenho medo de ficar com seqüelas", afirmou.
A mulher disse que o EcoSport, que está sendo pago em 72 parcelas de R$ 789,00, vem sendo fonte de problemas para a família desde que foi comprado há dois anos. "Toda vez que ele sai a Polícia vem atrás de mim. Esse carro é seu? Até no serviço a Polícia já me abordaram. Meu Deus, é porque ele é preto que não pode ter um carro EcoSport?", se pergunta.
Ainda desorientado, Santana disse que tem medo. "Eu estou com vários traumas. Se tem alguém atrás de mim, eu paro. Como se estivesse sendo perseguido. Durante a noite toda a hora acordo com pesadelo. Como é que não fazem com pessoas que fizeram alguma coisa. Acho que eles matam a pessoa batendo", concluiu.
Racismo em Bertioga - SP Pousada Cantinho Oriental - homem negro impedido de se hospedar | Afropress
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O relatório da ONG Global Witness acusa as multinacionais de extrair matérias-primas para os computadores das minas de facções em guerra.
São mais de 200 empresas monitoradas, que o relatório afirma que obrigam pessoas a trabalhar como escravas e que financiam a guerrilha.
“Somos os seus animais. O que vocês fariam com uma pistola apontada na testa?”, afirma minerador.
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A cartilha "O Olho do Consumidor" foi produzida pelo Ministério da Agricultura com arte do Ziraldo.
A idéia é (ou era!) padronizar, identificar e valorizar os produtos orgânicos.
Além divulgar a criação do Selo do SISORG (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica).
Supostamente, a multinacional de sementes transgênicas Monsanto obteve uma liminar de mandado de segurança que impediu sua distribuição. O arquivo foi inclusive retirado do site do Ministério (o link está "vazio").
Em desobediência civil e resistência pacífica à medida de força, simpatizantes da causa estão ajudando a distribuir eletronicamente a cartilha.
Batendo a curiosidade e/ou vontade de divulgar tal cartilha: acesse-a aqui (ou aqui).
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Certa vez Nietzsche, esse profeta do amanhã, afirmou: "Quando se olha muito tempo para o abismo, o abismo olha para você." Mais tarde Jung mostraria que tudo aquilo que é reprimido e combatido acaba se fortalecendo na psique. Assim pessoas muito mansas acabam explodindo de raiva e pessoas que se submetem a dietas atacam a geladeira uma hora ou outra. Castos irão enxergar sexo em toda parte. E fanáticos verão pecados em tudo.
Esse é um fenômeno global, mas nacionalmente os neo-pentecostais de plantão costumam receber o título de paranóicos e parecem estar muito confortáveis com isso. Deixemos um deles falar por si só. Com a palavra o pastor Silas Adoniran Fonseca, que viu na marca Apple a sombra do diabo:
"Lucas colecionava dívidas e mais dívidas, sendo necessário ajudá-lo financeiramente todos os meses" (...) "Apesar das dívidas, Lucas sempre andava bem vestido e com todos os aparelhos eletrônicos da moda. Qual era então a explicação para tamanho infortúnio?"(...) Ele havia acabado de comprar um celular novo há coisa de dois, três meses (...) Constatei que era da marca “Apple”.
"Foi então que tudo começou a ficar mais claro para nós. A maçã, como bem sabem, foi o fruto do pecado original. (...) O fato de um pedaço estar faltando é evidência irrefutável que trata-se de uma referência ao pecado original. Assim, ao comprar um produto dessa empresa, é como se o comprador estivesse cometendo o mesmo pecado de Adão e Eva, ofendendo o Senhor Jesus Cristo, distanciando-se do paraíso e resignando-se a uma vida de eterno sofrimento."
Abismado? Avançando no seu raciocínio o pastor conclui ainda que iPods, iPhones, iMacs, carregam a letra ‘i’, por serem abreviatura de Inferno. Um gracejo que faria LaVey sorrir uma vez que obviamente i em inglês quer dizer também "Eu".
Mas para não nos acusarem de tirar as palavras de contexto segue o link original do testemunho: http://igrejainternacional.wordpress.com/2009/06/12/a-maca.
Sempre preocupados com o bem estar da população, Morte Súbita Inc. criou um serviço para aquelas pessoas que não desejem arder no inferno. Se este for o seu caso entre em contato com nossa central de descartes para receber instruções relativas a doações destes artefatos do mal.
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