1.3.10
SomosoM
categorias Notícias do Front, sincroned 2 x23 comentáriosProvavelmente o desenvolvimento mais importante na investigação científica sobre a música foi a descoberta de que a música é percebida através da parte do cérebro que recebe os estímulos das emoções, sensações e sentimentos, sem antes ser submetida aos centros cerebrais envolvidos com a razão e a inteligência. Schullian e Schoen explicam este fenômeno: "Música, que não depende das funções superiores do cérebro para franquear entrada ao organismo, ainda pode excitar por meio do tálamo – o posto de intercomunicação de todas as emoções, sensações e sentimentos. Uma vez que um estímulo foi capaz de alcançar o tálamo, o cérebro superior é automaticamente invadido, e, se o estímulo é mantido por algum tempo, um contato íntimo entre o cérebro superior e o mundo da realidade pode ser desta forma estabelecido."
Tempo e espaço não permitem uma abordagem completa da percepção musical. É suficiente dizer que estudos nos últimos cinqüenta anos tem trazido à luz algumas descobertas bastante significativas, que podem ser resumidas como se segue:
A música é percebida e desfrutada sem necessariamente
ser interpretada pelos centros superiores do cérebro que
envolvem a razão e o julgamento.
A resposta à música é mensurável,
mesmo quando o ouvinte não está dando
uma atenção consciente a ela.
Há evidencias de que a música pode levar
a mudanças de estados de espírito pela
alteração da química corporal e do equilíbrio
dos eletrólitos.
Rebaixando o nível de percepção sensorial,
a música amplifica as respostas às cores,
toque e outras percepções sensoriais.
Tem sido demonstrado que os
efeitos da música alteram a energia
muscular e promovem ou inibem o
movimento corporal.
Música rítmica altamente
repetitiva tem um efeito hipnótico.
O sentido da audição tem um
efeito maior sobre o sistema nervoso
autônomo do que qualquer outro sentido.

1/3/10 22:38
Sutil, precisa e deslumbrantemente sonora!! Boa PJ!!!
1/3/10 22:46
muito bom!