Salve Éris! ou "Isso é tudo pessoal"
categorias discórdia, eu que fiz, Notícias do Front 2 x23 comentáriosdomingo foi um dia especial. domingo foi dia 23 do 5.
do que por fim nesta joça.
Categorias:
discórdia,
eu que fiz,
Notícias do Front
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
ação,
cacoparrachia,
democraciadecuérola,
eu que fiz,
poesia experimental acidental,
Terrorismo Poético e outras Radicalidades
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
ação,
cacoparrachia,
eu que fiz,
Terrorismo Poético e outras Radicalidades
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
eu que fiz,
poesia experimental acidental,
Psychodharmlia,
sufis situs e outras entidades
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
ação,
eu que fiz,
poesia experimental acidental,
Terrorismo Poético e outras Radicalidades
Psicodelografado por Clara.
Um viajante, passando por uma estrada rente a um precipício, é surpreendido por um tigre grande, mau, feroz e faminto.
O f*****odido deita no chão e agarra meia dúzia de raízes expostas d'alguma vinha. Se pendurando no tal precipício. O tigre o espreita (e baba) a poucos centímetros de sua cabeça. Tremendo, o homem olha para baixo e vê: nenhum fundo! Apenas as raízes o impede de virar panqueca ou comida-de-tigre.
Até que subtamente, alguma coisa se move na terra à volta da tal raíz:
"Putz," pensou "a raíz ta cedendo!!".
Porém, quando tudo parecia estar perdido:
seus olhos percebem um belo morango vicejando.
Segurando-se com uma mão, ele pegou o morango com a outra e o comeu.
“Que delícia!” ele disse.
Categorias:
cacoparrachia,
eu que fiz,
poesia experimental acidental,
Psychodharmlia,
sincroned
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
eu que fiz,
ganso demasiado ganso,
PsycoNáuticaAlquimiaInternaAnarquiTextura,
traduções
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
eu que fiz,
Notícias do Front
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
ação,
eu que fiz,
Terrorismo Poético e outras Radicalidades
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
eu que fiz,
Psychodharmlia
Psicodelografado por Pedro
Eu estou escolhendo essas coisas como minhas prioridades
tanto escolhi essas coisas quanto escolhi faze-las
quanto escolhi não fazer outra.
Mesmo que apenas tenha olhado para um lado
e escolhido aleatoriamente
eu escolhi me abster de uma escolha ativa.
E isso também é uma escolha.
Não importa se são escolhas confortáveis ou não.
Não importa se são escolhas úteis ou não.
Não importa se são escolhas com buracos ou não.
Vou executa-las até acabar;
A não ser que leas fiquem muito paradas ou
caracinza ou encham meu saco.
ai vou escolher fazer outras coisas
(ou nada, o que é outra escolha)
para fazer meu dia valer.
Categorias:
discórdia,
eu que fiz,
traduções
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
eu que fiz,
ganso demasiado ganso,
Psychodharmlia,
PsycoNáuticaAlquimiaInternaAnarquiTextura,
sincroned
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
eu que fiz,
ganso demasiado ganso,
poesia experimental acidental
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
ação,
cacoparrachia,
eu que fiz,
Notícias do Front,
Psychodharmlia
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
ação,
cacoparrachia,
eu que fiz,
Terrorismo Poético e outras Radicalidades
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
democraciadecuérola,
deoxyando,
eu que fiz,
PsycoNáuticaAlquimiaInternaAnarquiTextura,
traduções
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
ação,
cacoparrachia,
eu que fiz,
poesia experimental acidental,
Terrorismo Poético e outras Radicalidades
Psicodelografado por Pedro
Há momentos em que a vida parece completamente impossível. Todos os sonhos de rebeldia são anestesiados. A sede pela revolta contra a sociedade do espetáculo vomita futilidade, mão aberta porém vazia. Todos aqueles altos papos que varavam a noite, as derivas e perambuladas daqueles cujos pensamentos eram embebidos em aventura: começam a parecer bobos e vazios. Você chega a conclusão de que nada está sendo alcançado - nem destruição nem criação lhe atrai mais. Você abandona sua própria imaginação e retorna a velha armadilha do medo. O idiota existencial toma conta de sua cabeça.
Este é o ponto onde a miséria dessa sociedade se completa. Essa sociedade que se fortalece com o enfraquecimento do indivíduo - o indivíduo desaparece quando se dobra à essa miséria de espírito. Você começa a aceitar as limitações impostas pela sociedade com se fossem suas. Vivenciar começa a significar se repetir. Você começa a sentir que não consegue revidar, que não consegue se rebelar: cada gesto seu da lugar à estupefação. A paixão é pacificada. O desejo é racionalizado. O proibido continua proibido.
Este extremo momento de miséria marca nada menos do que a vitória da amnésia. O abandono das aventuras da vida é a barracota para quem esqueceu todas as rebeliões e os desejos de revolta anteriores. Se lembrar deixa de ser um prazer: a miséria momentânea se espalha para todo o passado. Amnésia é essencial para civilizar seres humanos: quando se esquece as possibilidades (a riqueza do passado, do presente e do futuro) se é domesticado, se desaparece.
Amnésia é a colonização da memória. Te obrigam a esquecer tudo sobre rebeldia em sua vida. Numa mente colonizada é menos provável de haver aspirações à revoltas se a memória de rebeldias passadas é suprimida. Desde desenhos feios numa nota de dinheiro a crimes noturnos faz da memória algo precioso ao indivíduo; assim que essas transgressões são esquecidas o presente se torna cada vez menos fértil - o talo da flor é cortado antes dela desabrochar. Você se desespera na ausência de liberdades passadas simplesmente porque o resíduo das liberdades passadas foram purgadas de sua memória.
Quando se pergunta a um rebelde como liberdade é possível o rebelde responde com exemplos de liberdades passadas. O rebelde relembra de eventos, momentos, e momentos de seu passado que marcam rupturas da ordem dominante. Se sabe que liberdade é possível porque todo mundo já vivenciou momentos de liberdade: o gosto do paraíso em nossas bocas. Esquecer isso é fatal. Amnésia pode ser combatida quando constantemente se desenterra nossas memórias, quando constantemente nos tornamos mais e mais conscientes de nossos erros e vitórias. Não, não devemos viver no passado. Mas sejamos cruéis com nosso passado (e com aqueles que nos manteria nele) e ao mesmo tempo gentis com essas mesmas memórias (precavido contra aqueles que querem pintar nossas memórias com cores de impossibilidades e miséria).
Libernautas precisam retornar a seus passados com um buque de flores numa mão e uma faca na outra.
Categorias:
democraciadecuérola,
deoxyando,
eu que fiz,
Terrorismo Poético e outras Radicalidades
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
ação,
cacoparrachia,
democraciadecuérola,
eu que fiz,
Terrorismo Poético e outras Radicalidades
Psicodelografado por Pedro
Categorias:
ação,
eu que fiz,
Notícias do Front
Psicodelografado por Pedro