Salve Éris! ou "Isso é tudo pessoal"
categorias discórdia, eu que fiz, Notícias do Front 2 x23 comentáriosdomingo foi um dia especial. domingo foi dia 23 do 5.
do que por fim nesta joça.
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Eu estou escolhendo essas coisas como minhas prioridades
tanto escolhi essas coisas quanto escolhi faze-las
quanto escolhi não fazer outra.
Mesmo que apenas tenha olhado para um lado
e escolhido aleatoriamente
eu escolhi me abster de uma escolha ativa.
E isso também é uma escolha.
Não importa se são escolhas confortáveis ou não.
Não importa se são escolhas úteis ou não.
Não importa se são escolhas com buracos ou não.
Vou executa-las até acabar;
A não ser que leas fiquem muito paradas ou
caracinza ou encham meu saco.
ai vou escolher fazer outras coisas
(ou nada, o que é outra escolha)
para fazer meu dia valer.
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Aconteceu, numa certa época, que um monstro gigantesco engoliu quase toda a água da terra, de modo que houve uma terrível seca e o mundo se viu em péssimas condições. Indra levou algum tempo até se dar conta de que possuía a solução, uma caixa de raios. E tudo o que tinha de fazer era lançar um deles sobre a criatura, matando-a. Quando ele fez isso, as águas jorraram e o mundo se refrescou. E Indra disse: "Que sujeito formidável eu sou!"
Assim, pensando no sujeito formidável que era, Indra se dirige à montanha cósmica, que é a montanha do centro do mundo, e decide construir um palácio à altura do seu valor. O melhor carpinteiro dos deuses põe-se a trabalhar e rapidamenteo palácio está erguido e em excelentes condições. Mas cada vez que vai inspecioná-lo, Indra tem idéias mais ambiciosas a respeito de quão esplêndido e grandioso o palácio deveria ser. Por fim o carpinteiro exclama: "Meu Deus, ambos somos imortais, e não há limites para os desejos dele. Estou preso por toda a eternidade!". Então decide dirigir-se a Brahma, o deus criador, para reclamar.
Brahma está sentado num lótus, o símbolo da divina energia e da divina graça. O lótus cresce no umbigo de Vishnu, o deus adormecido, cujo sonho é o universo. Assim, o carpinteiro se aproxima da borda da grande lagoa de lótus do universo e conta sua história a Brahma. Brahma diz: "Pode ir para casa, eu darei um jeito nisso". Brahma deixa seu lótus e se ajoelha para se dirigir ao adormecido Vishnu. Vishnu apenas esboça um gesto e diz qualquer coisa como: "Ouça, fuja, alguma coisa vai acontecer".
Na manhã seguinte, no portal do palácio que estava sendo construído, aparece um belo garoto negro-azulado, com um bando de crianças ao seu redor, admirando o esplendor da construção. O porteiro, que estava na entrada do novo palácio, corre até o Indra e este diz: "Bem, mande entrar o garoto". O garoto é levado até o Indra, e o deus-rei, sentado em seu trono, diz: "Seja bem-vindo, jovem. O que o traz ao meu palácio?"
"Bem", diz o garoto com uma voz que soa como um trovão rolando no horizonte, "ouvi dizer que você está construindo um palácio como nenhum Indra antes de você jamais construiu".
E Indra diz: "Indras antes de mim... de que você está falando?"
O garoto diz: "Indras antes de você. Eu os tenho visto vir e desaparecer. Pense nisto, Vishnu dorme no oceano cósmico, e o lótus do universo cresce em seu umbigo. No lótus se assenta Brahma, o criador. Brahma abre os olhos e um mundo se cria, governado por um Indra. Brahma fecha os olhos e um mundo desaparece. A vida de um Brahma conta quatrocentos e trinta e dois mil anos. Quando ele morre, o lótus se desfaz e outro lótus se forma, e outro Brahma. Agora pense nas galáxias para além das galáxias, no espaço infinito, cada qual com um lótus, com um Brahma sentado nele abrindo e fechando os olhos. E Indras? Deve haver homens avisados em sua corte que se prestariam a contar as gotas de água dos oceanos ou os grãos de areia nas praias, mas nenhum contaria aqueles Brahmas, muito menos aqueles Indras".
Enquanto o garoto fala, um exército de formigas desfila pelo chão. O garoto ri, ao vê-las; os cabelos de Indra ficam arrepiados, e ele pergunta ao garoto: "Por que você ri?"
O garoto responde: "Não pergunte, a menos que você queira ficar magoado".
Indra diz: "Eu pergunto, ensina-me". (Esta é, aliás, uma bela idéia oriental: não ensine, até ser instado a isso. Você não pode impor seu conhecimento goela abaixo das pessoas.)
Então o garoto aponta para as formigas e diz: "Todas antigos Indras. Através de muitas vidas, eles se elevam das mais baixas condições à mais alta iluminação. Aí eles lançam um raio sobre um monstro e pensam: 'Que sujeito formidável eu sou!' E voltam a despencar."
Enquanto o garoto fala, um velho yogi extravagante adentra o palácio, com uma folha de bananeira servindo como pára-sol. Ele veste apenas uma tanga, e tem no peito um chumaço de cabelos formando um disco, no centro do qual metade dos pelos foram arrancados.
O garoto o saúda e pergunta-lhe exatamente o que o Indra ia perguntar: "Bom velho, qual é o seu nome? De onde você vem? Onde está sua família? Onde está sua casa? E qual o significado dessa curiosa constelação de cabelos em seu peito?"
"Bem", disse o velho, "meu nome é Cabeludo. Eu não tenho casa, a vida é muito curta para isso. Só tenho este pára-sol. Não tenho família. Apenas medito nos pés de Vishnu e penso na eternidade, e em quão fugaz é o tempo. Você sabe, toda vez que morre um Indra um mundo desaparece - coisas assim somem como uma faísca. Cada vez que morre um Indra cai um fio de cabelo desse círculo em meu peito. Até agora, metade dos cabelos já se foram. Muito breve, todos terão ido. A vida é curta. Por que construir uma casa?"
Então os dois desapareceram. O garoto era Vishnu, o Senhor Protetor, e o velho yogi era Shiva, o criador e destruidor do mundo, que tinha vindo exatamente para a instrução de Indra, que é simplesmente um deus da história que pensa que é o espetáculo todo.
Indra continua sentado no trono, completamente desiludido, completamente abatido. Aí chama o carpinteiro e diz: "Estou suspendendo a construção do palácio. Você está dispensado". Assim o carpinteiro conseguiu seu intento. É dispensado do trabalho e não há mais nenhuma casa a construir.
Indra decide se tornar um yogi, para apenas meditar aos pés do lótus de Vishnu. Mas ele tem uma bela rainha chamada Indrani. E quando Indrani ouve falar no plano de Indra, dirige-se ao sacerdote dos deuses e diz: "Agora ele pôs na cabeça essa idéia de largar tudo para se tornar um yogi".
"Bem", diz o sacerdote, "Venha comigo minha senhora e eu darei um jeito nisso".
Então eles se sentam diante do trono do rei e o sacerdote diz: "Pois bem, eu escrevi um livro para você muitos anos atrás sobre a arte da política. Você ocupa a posição de rei dos deuses. Você é a manifestação do mistério de Brahma na esfera do tempo. Isso é um alto privilégio. Saiba apreciá-lo, honrá-lo e lide com a vida sendo quem você realmente é. Além disso, vou agora escrever um livro sobre a arte do amor, assim você e sua esposa saberão que, no maravilhoso mistério dos dois que são um, Brahma também está radiantemente presente".
E com estas instruções Indra desiste da idéia de largar tudo para se tornar um yogi, e descobre que, na vida, ele pode representar o eterno como símbolo, pode-se dizer de Brahma.
Assim, cada um de nós é, de certo modo, o Indra de sua própria vida. Você pode escolher, ou se livrar de tudo e se isolar na floresta para meditar, ou permancer no mundo, tanto na vida de sua tarefa, que é a régia tarefa da política e da realização, quanto na vida do amor por sua mulher e família. Bem, esse é um mito muito atraente, assim me parece...
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"O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz."
(Aristóteles)
"O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute."
(Sabedoria oriental)
"O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete."
(Aristóteles)
"O sábio fala porque tem alguma coisa a dizer; o tolo porque tem que dizer alguma coisa."
(Platão)
"O Sábio cala ... a verdade por si fala"
(Ponto de Equilíbrio)
"As palavras não representam a coisa em si. Elas inicialmente eram metáforas para tentar comunicar ou indicar algo. Com a evolução da linguagem e sua crescente complexidade, foram criadas metáforas sobre metáforas, ficando cada vez mais abstratas até o ponto em que sua origem, a expressão da coisa em si, se perdeu completamente. Digamos que palavras são como o NX Zero, a cópia da cópia de recópia da tricópia." Timóteo Pinto
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By Chaplin Sinatra Fonzarelli
DISCORDIANISM: Like Wicca, it started off as a religion for pot-smoking hippie bums who wanted to pass off their bullshit as a philosophical statement. The key difference was it was full of jokes plagiarized from the Marx brothers. Somewhere along the line, like many obscure things that deserved to stay obscure, it got co-opted by sweaty, anime-downloading computer nerds and has become some stupid inside joke on message boards full of assholes, giving it as much meaning and significance as All Your Base Are Belong To Us.
THE CHURCH OF THE SUBGENIUS: Discordians who get bored of saying "Fnord" and "Hail Eris" and wanted to make up new nonsense phrases and pretend like saying them while giggling was a constructive act of activism.
THE PRINCIPIA DISCORDIA: Between "My First ABCs" and "The Essential Guide to Star Wars Ships" in terms of literary importance
THE BOOK OF THE SUBGENIUS: Like the Principia Discordia, only 100 pages longer, and it costs 20 bucks instead of being able to find it on Google.
THE ILLUMINATUS TRILOGY: A plagiarism of Joyce's work filled with nerdy pop culture references and pretentious rantng.
SCHRÖDINGER'S CAT: A plagiarism of Vonnegut's work filled with nerdy pop culture references and pretentious ranting.
ROBERT ANTON WILSON: A man who has accumulated a small fortune selling plagiarisms of Joyce and Vonnegut filled with nerdy pop culture references with pretentious ranting.
MALACLYPSE THE YOUNGER: Some "wacky" nom de plume of a man who probably wrote The Principia Discordia in a stained tie-dye T-shirt on a bongwater-stained couch while listening to a highly worn LP of Freak Out!, The White Album, or The Piper at the Gates of Dawn. Wasn't smart enough to copyright his work so probably died alone and penniless on a gutter while clenching a Coke bottle pipe filled with schwag, while his buddy Robert Anton Wilson eats steak for dinner in his dining room.
KERRY THORNLEY/LORD OMAR/A BILLION OTHER STUPID PSEUDONYMS: Wrote ten crazy Xeroxed rants about Libertarianism and thought his friends were agents of the Illuminati, now posthumously considered a genius.
STEVE JACKSON: The poster boy for the official point of transformation of the vast majority (ie: 40) of Discordians changing from hippie slackers to D&D nerds who wish they could have been alive to be hippie slackers like their parents.
FNORD: A word invented to be used in the boring, pointless signatures, "hilarious" spam, and half-hearted graffiti of Discordians. Might have been a slightly funny inside joke between RAW, Thornley, and Malaclypse, but the Internet beat it into the ground like it does everything
23: The fact that that number can sometimes be seen somewhere is proof of an elaborate evil conspiracy/magical cosmic force that protects and strengthens all Discordians
THE BAVARIAN ILLUMINATI: The 19th century version of the Discordians. IE: They had great ideas but we're too lazy and fuckwitted and unorganized to get anything done so instead they just made a bunch of bullshit. So obviously the Discordian society idolizes them.
THE POEE: 12 members strong.
THE DISCORDIAN SOCIETY: 18 members strong.
WWW.PRINCIPIADISCORDIA.COM: An expensive domain name that somebody pays for solely to host a 60-page book that can be found for a yardsale at 25 cents, or in it's entirity on the first 13 pages of a Google search. In other word, a nerd who felt the obligation to make a site that wasn't about what bands they like or how similar to Hitler Bush is.
ERISIANS: Discordians who insist on being called something else to be difficult
ERIS/DISCORDIA: There is a disagreement among Discordians and Erisians as to her nature. Discordians think she's a cartoon character with magic powers who help them out and who they fantasize to while masturbating, (that is, when they're too lazy to open up their porn folder or turn to the Dryad page of the D&D Monster Manual) Erisians think the same thing although they sprinkle it with some Taoist metaphysical stuff.
OPERATION MINDFUCK: A way to make the world a better place that apparently involves trolling conservative communities, writing notes on bathroom walls, making up little pieces of paper that say "LOL U R TEH POPE" and being too afraid to hand them out to people, and contemplating all of these brilliant ideas on a message board and being too lazy to do any of them.
JAKE: Like a mindfuck except more childish, if that's possible
WWW.POEE.CO.UK: A website with a professional-looking appearance and informative content. This makes it’s owner Syntapgjax, a Fake Discordian, since obviously the definition of "Discordian" is "someone who can't get their shit together"
FAKE DISCORDIAN: A term thrown around a lot for practitioners of a religion that embraces ontological freedom and equality. It's actually a redundant term.
"WE DISCORDIANS MUST STICK APART": An excuse for not having your shit together
CHAOS MAGIC: If Wicca is people who need an authority figure to give their minds permission to use magic adopting books form Barnes and Noble as such, than Chaos Magic is the same, only with Google and Alice in Wonderland.
ZENARCHY: A term used by Discordians who have to pretend they're too enlightened to use terms like "Anarchist" to describe their political belief, so they use a term that sounds deep but is actually an unfunny portmanteau, like "Zenarchist" so they can pretend they're too cool for politics.
THE LAW OF FIVES: An important lesson in epistemological relativism becomes an inside joke among people who make stupid polls on the Internet to waste their lives away
COPYRITE/KOPYRIGHT/KOPYRITE/COPYLEFT/KOPYLEFT: A term that’s obviously Discordian because of the lame pun. Spawned Wikipedia, which is what sexless nerds use as an authoritative source of knowledge, in the same way imperialist intellectual elitists used the Britannica.
DISCORDIAN SAINT: Someone who the government hasn't forced to take their meds yet
THE PRINCIPIA DISCORDIA.COM FORUMS: Where you can read jokers bickering like the cast of MASH towards the end of the show and pretending that they're better than 95 percent of DeadJournal users somehow. Also full of long, drawn out, pointless rants that just reiterate the same uninsightful points. Discordians are nerds who don't have enough sex.
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Capítulo de "Caos, os Panfletos do Anarquismo Ontológico" (parte um de "Z. A. T."),
de Hakim Bey
ESTRANHAS DANÇAS NOS SAGUÕES de Bancos 24 Horas. Shows pirotécnicos não autorizados. Arte terrestre, trabalhos- telúricos como bizarros artefatos alienígenas espalhados em Parques Nacionais. Arrombe casas mas, ao invés de roubar, deixe objetos Poético-Terroristas. Rapte alguém e faça-o feliz. Escolha alguém aleatoriamente e convença-o de que ele é herdeiro de uma enorme, fantástica e inútil fortuna: digamos 8000 quilômetros quadrados da Antártida, ou um velho elefante de circo, ou um orfanato em Bombaí, ou uma coleção de manuscritos alquímicos. Mais tarde, ele irá dar-se conta de que acreditou por alguns poucos momentos em algo extraordinário, & talvez, como resultado, seja levado a buscar uma forma mais intensa de viver.
Pregue placas comemorativas de latão em locais (públicos ou privados) onde experimentaste uma revelação ou tiveste uma experiência sexual particularmente especial, etc.
Ande nu por aí.
Organize uma greve em sua escola ou local de trabalho, com a justificativa de que não estão sendo satisfeitas suas necessidades de indolência & beleza espiritual.
A Arte do grafitti emprestou alguma graça à metrôs horrendos & rígidos monumentos públicos. A arte Poético-Terrorista também pode ser criada para locais públicos: poemas rabiscados em banheiros de tribunais, pequenos fetiches abandonados em parques e restaurantes, arte xerocada distribuída sob limpadores de pára-brisa de carros estacionados, Slogans em Letras Grandes grudados em muros de playgrounds, cartas anônimas enviadas a destinatários aleatórios ou escolhidos (fraude postal), transmissões piratas de rádio, cimento fresco...
A reação da audiência ou o choque estético produzidopelo Terrorismo Poético deve ser pelo menos tão forte quanto a emoção do terror: nojo poderoso, excitação sexual, admiração supersticiosa, inspiração intuitiva repentina, angústia dadaísta - não importa se o Terrorismo Poético é direcionado a uma ou a várias pessoas, não importa se é "assinado" ou anônimo; se ele não muda a vida de alguém (além da do artista), ele falhou.
O Terrorismo Poético é um ato em um Teatro de Crueldade que não tem palco, nem assentos, ingressos ou paredes. Para funcionar, o TP deve ser categoricamente divorciado de todas as estruturas convencionais de consumo de arte (galerias, publicações, mídia). Mesmo as táticas guerrilheiras Situacionistas de teatro de rua já estão muito bem conhecidas e esperadas, atualmente.
Uma requintada sedução levada adiante não apenas pela satisfação mútua, mas também como um ato consciente por uma vida deliberademente mais bela: este pode ser o Terrorismo Poético definitivo. O Terrorista Poético comporta-se como um aproveitador barato cuja meta não é dinheiro, mas MUDANÇA.
Não faça TP para outros artistas, faça-o para pessoas que não perceberão (pelo menos por alguns momentos) que o que acabaste de fazer é arte. Evite categorias artísticas reconhecidas, evite a política, não fique por perto para discutir, não seja sentimental; seja impiedoso, corra riscos, vandalize apenas o que precisa ser desfigurado, faça algo que as crianças lembrarão pelo resto da vida - mas só seja espontâneo quando a Musa do TP tenha te possuído.
Fantasia-te. Deixa um nome falso. Seja lendário. O melhor TP é contra a lei, mas não seja pego. Arte como crime; crime como arte
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Alguns desses experimentos abriram caminhos para novas explorações da mente humana, outros por si só fornecem um conhecimento valiosíssimo. Nas chamadas ciências humanas experimentos são um artigo raro que merecem ser valorizados. Vejamos alguns dos mais importantes:
Lição: O poder corrompe.
Lição: A moral é posta de lado frente a uma autoridade.
Lição: Autoridades nunca estão erradas
#5,23
Comportamento de Risco: Perder ou não ganhar?
Lição: Não ganhar é pior do que perder
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Certa vez Nietzsche, esse profeta do amanhã, afirmou: "Quando se olha muito tempo para o abismo, o abismo olha para você." Mais tarde Jung mostraria que tudo aquilo que é reprimido e combatido acaba se fortalecendo na psique. Assim pessoas muito mansas acabam explodindo de raiva e pessoas que se submetem a dietas atacam a geladeira uma hora ou outra. Castos irão enxergar sexo em toda parte. E fanáticos verão pecados em tudo.
Esse é um fenômeno global, mas nacionalmente os neo-pentecostais de plantão costumam receber o título de paranóicos e parecem estar muito confortáveis com isso. Deixemos um deles falar por si só. Com a palavra o pastor Silas Adoniran Fonseca, que viu na marca Apple a sombra do diabo:
"Lucas colecionava dívidas e mais dívidas, sendo necessário ajudá-lo financeiramente todos os meses" (...) "Apesar das dívidas, Lucas sempre andava bem vestido e com todos os aparelhos eletrônicos da moda. Qual era então a explicação para tamanho infortúnio?"(...) Ele havia acabado de comprar um celular novo há coisa de dois, três meses (...) Constatei que era da marca “Apple”.
"Foi então que tudo começou a ficar mais claro para nós. A maçã, como bem sabem, foi o fruto do pecado original. (...) O fato de um pedaço estar faltando é evidência irrefutável que trata-se de uma referência ao pecado original. Assim, ao comprar um produto dessa empresa, é como se o comprador estivesse cometendo o mesmo pecado de Adão e Eva, ofendendo o Senhor Jesus Cristo, distanciando-se do paraíso e resignando-se a uma vida de eterno sofrimento."
Abismado? Avançando no seu raciocínio o pastor conclui ainda que iPods, iPhones, iMacs, carregam a letra ‘i’, por serem abreviatura de Inferno. Um gracejo que faria LaVey sorrir uma vez que obviamente i em inglês quer dizer também "Eu".
Mas para não nos acusarem de tirar as palavras de contexto segue o link original do testemunho: http://igrejainternacional.wordpress.com/2009/06/12/a-maca.
Sempre preocupados com o bem estar da população, Morte Súbita Inc. criou um serviço para aquelas pessoas que não desejem arder no inferno. Se este for o seu caso entre em contato com nossa central de descartes para receber instruções relativas a doações destes artefatos do mal.
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