27.3.10
Nietzsche - As Borboletas e as Bolhas de Sabão
categorias cacoparrachia, poesia experimental acidental, PsycoNáuticaAlquimiaInternaAnarquiTextura, sincroned, sufis situs e outras entidades 0 x23 comentários"Creio que aqueles que mais entendem
de felicidade são as borboletas e as
bolhas de sabão...
de felicidade são as borboletas e as
bolhas de sabão...
Ver girar essas pequenas almas leves, loucas,
graciosas e que se movem é o que, de mim,
arrancam lágrimas e canções.
graciosas e que se movem é o que, de mim,
arrancam lágrimas e canções.
Eu só poderia acreditar em um Deus que
soubesse dançar.
soubesse dançar.
E quando vi meu demônio, pareceu-me sério,
grave, profundo, solene.
grave, profundo, solene.
Era o espírito da gravidade. Ele é que faz cair
todas as coisas.
todas as coisas.
Não é com ira, mas com riso que se mata.
Coragem!
Vamos matar o espírito da gravidade!
Eu aprendi a andar.
Desde então, passei por mim a correr.
Eu aprendi a voar.
Desde então, não quero que me empurrem
para mudar de lugar.
para mudar de lugar.
Agora sou leve, agora vôo, agora vejo por baixo
de mim mesmo, agora um Deus dança em mim!"
de mim mesmo, agora um Deus dança em mim!"

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