14.5.10

Espaço Reservado ao Ócio Amador  

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30.4.10

Futebol Errante (no centro da cidade)  

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25.3.10

Medo do Medo do Medo.  

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Provisoriamente 
não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo,
que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio porque esse não existe,
existe apenas o medo,
nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,

cantaremos o medo dos ditadores, 
o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte 
e o medo de depois da morte,
depois morreremos de medo.
E sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas.

Carlos Drummond de Andrade

17.3.10

fëng  

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14.3.10

Toda noite dormimos...  

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Toda noite
dormimos
com tudo aquilo que nos marca.

O que
vemos,
tateamos,
cheiramos,
escutamos e degustamos.
Com ou sem nossa licença.
Se sabemos - dormimos.
Se não sabemos - dormimos


E se não dormimos?...




Abel Luiz

13.3.10

Playing and singing without seeing  

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"Music is an exceptional tool for helping people because of its power to reach everyone. Like nothing else, music creates multiple stimuli, allowing many different people to experience its effects regardless of their disability. Music can touch everyone. While music is usually thought of as an auditory stimulus, or a series of pitches that people can hear, it also creates tactile stimulation. When a large cymbal is struck with a mallet the vibrations can be felt by touching the cymbal. When the loud booming bass on a stereo is heard it is also possible to experience the power of the vibrations in the body. Music does not need to be heard to be beneficial. Because of the universality of music, music therapy becomes an aid that can help children with impairments in vision and hearing.

Music therapy is the use of music, by a trained professional, to help patients make changes in their lives so as to adjust better to or overcome obstacles. There are two types of music therapy, adaptive and palliative. Adaptive music therapy is used to help people adapt to their handicaps. (Heller, 1987) Palliative music therapy is used to treat the symptoms of patients with physical, mental and emotional disturbances. (Heller, 1987) Both forms of music therapy help patients achieve their goals and have a better life.

Using music to help deaf and blind children better function at basic skills is an example of adaptive music therapy. For the deaf and blind child basic skills are difficult to learn because they have impairments in two senses: sight and hearing. Because of their handicaps, deaf and blind children grow up in an isolated world. They are often unaware of their surroundings, cannot, communicate, and have difficulty in learning motor skills. In working with a deaf and blind child, the goals of a music therapist include: providing sensory stimulation, increasing self awareness, developing awareness of others, developing an awareness of the absence of sound, increasing the attention span, increasing the accuracy of motor skills, improving social interaction, providing a means of emotional expression and developing language and concepts (Cormier, 1982, p 11). Music therapy can help the deaf and blind child learn to adapt to a seeing and hearing world despite their handicaps.

Music therapist worked with J, a nine-year-old boy with vision and hearing impairments, to improve his expressive language, improve social skills, and refine motor skills. Because J has sight and hearing impairments, music seemed a viable way to reach the client. The music therapists created several music activities that would give the client tactile stimulation to learn from. To increase the attention span and improve the social skills of the client, the music therapist and the client engage in a call-response rhythm game. Facing each other the therapist and client place their hands on each other’s shoulders while the therapist taps out simple rhythms
. Encouraging the child to imitate the rhythm patterns on the therapist shoulders focuses the child’s attention and interacting with the therapist promotes social skills. This activity can be slightly altered to encourage vocalization and improve the client’s language skills. The therapist and the client place their hands on each other’s throat while the therapist sings. By allowing the client to feel the vibrations of the vocal chords, the client can learn how it feels to sings. This music activity develops an awareness of others in the client, improves social interaction between the client and other people, and increases the attention span of the client.


Music therapy uses the many aspects of music to help people heal and adjust to their lives
. The use of music therapy in deaf and blind children is very effective. Using vibrations, deaf and blind children can experience music without having to see or hear it. Music helps to provide deaf and blind children with tactile stimulation while it increases self awareness and awareness of others. It increases the attention span by requiring children to focus on an activity and improves social interaction by incorporating others in music activities. Because music is so versatile it can reach everyone. Music therapy used with deaf and blind children is an effective way to help them learn basic skills and adapt to their disabilities."


Melissa, November 23rd, 1998 Music Therapy 185 Dr. Solomon


12.3.10

Desapegue-se!  

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clique na imagem para amplia-la.

22.2.10

Rizoma - Creme e Castigo  

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Conheça o terrorista Noël Godin, que espalha medo na Europa com seus ataques de torta doce.
.......................................................

Há infinitas formas de subversão. Mas poucas equiparam-se, em comodidade e eficiência, à torta de creme". São palavras de Noël Godin, um distinto senhor de 50 anos, nascido na Bélgica. Desde 1969, ele e sua brigada internacional de entarteurs, como são chamados, vêm melecando os rostos de personalidades poderosas com deliciosos bolos de creme e tortas, direto das melhores confeitarias. Se o ataque fracassa ou é cancelado, eles simplesmente comem as tortas, com certa satisfação. Algumas das 22 vítimas foram a romancista Marguerite Duras, o cineasta Jean-Luc Godard, vários políticos europeus e até mesmo o todo-poderoso Bill Gates.

Só o filósofo Bernard-Henri Levy, conhecido por sua prepotência, já foi alvejado 5 vezes. Certo dia, ele andava pelo aeroporto de Nice em companhia de sua terceira esposa, a atriz Arielle Dombasle, vestido impecavelmente com uma camisa da Christian Dior. Estava sendo filmado, e sorria para as câmeras, com doçura. Enquanto o casal se enfileirava para o check in, sombras esquivavam-se ao fundo, segurando algo intrigante feito de creme. No momento em que o casal apanhava os bilhetes de embarque, três torteadores surgiram do nada, com Noël Godin liderando a turma. O filósofo gritou: "Oh não. Oh não, de novo não" - e foi coberto de recheios, glacê e chantili.

As tortadas sempre são delicadas: entre os praticantes da modalidade, é proibido o lançamento à distância. Os torteadores apenas pousam o artefato suavemente junto ao rosto da vítima -- mas, em geral, não recebem respostas tão sutis. Levy, por exemplo, reagiu por meio de coléricos murros dirigidos a Noël Godin, no mesmo instante em que uma torteadora defendia-se com mais um bocado de creme, e uma segunda entretinha-se em despejar chocolate com cobertura de chantili na cabeça de Arielle " Dombasle. Levanta!", ordenou o filósofo a um dos torteadores, "Ou eu chuto a tua cabeça!".

Os membros da brigada estão proibidos de reagir fisicamente aos ataques, mesmo violentos. Na ocasião, a esposa de Bernard-Henri Levy unhou vigorosamente uma das torteadoras; já o filósofo preferiu quebrar a câmera de vídeo e socar o cameraman no nariz. Os "guerrilheiros" tampouco devem tentar fugir após os ataques: a polícia retirou Noël Godin do local apenas quando ele já estava sendo sufocado por Levy e recebia bolsadas histéricas da atriz.

Os primeiros cinco segundos após um ataque de tortas", postula Noël, "revelam o caráter real da vítima". O cineasta Jean-Luc Godard, vejam só, reagiu com bom-humor: retirou o cigarro da boca, lambeu lentamente o creme e ainda declarou que aquilo era "uma verdadeira homenagem ao cinema mudo". Depois disso, não foi mais incomodado pelos torteadores. "Bem despachada, a torta de creme é um acurado barômetro da natureza humana", constata Noël.

:: A Flor-de-Lótus Não Voltará a Crescer Em Sua Ilha ::

"Sempre disse a mim mesmo que era necessário reagir, sustentar a subversão por meio do humor", declara o belga, sobre o poder das tortas de creme como armas de guerrilha imaginativa (pois suscitam, ao mesmo tempo, comédia e terror). Antes de ser torteador profissional, ele já punha em prática suas idéias pela Europa: quando jovem, fora expulso da Faculdade de Direito por desrespeitar um professor. Sabia-se que o sujeito tinha ajudado a redigir a constituição do ditador Antonio Salazar, e mesmo assim todos estavam indiferentes. Noël e os amigos vestiram-se de operários, entraram na sala de conferências e, assoviando a Internacional Comunista, despejaram um tubo de cola direto na cabeça do mestre.

A expulsão da faculdade não calou Noël, que licenciou-se em história do cinema na Universidade de Lieja e logo foi contratado para trabalhar numa revista católica, resenhando filmes. "Comecei a publicar mentiras absurdas - primeiro aos poucos, depois freqüentemente". Inventava filmes que não existiam e ilustrava-os com fotos de parentes. Escrevia dezenas de entrevistas fictícias com cineastas, sem deixar o próprio quarto. Consciente de que tinha uma porção de leitores devotos, Noël anunciava uma conversão a cada três meses, inclusive de penitentes tão improváveis quanto Luis Buñuel e Tennessee Williams.

Os leitores da revista "Amigos do Cinema", em pouco tempo, foram apresentados à obra de gênios inteiramente insólitos, como Sergio Rossi, Aristide Beck e Vivianne Pei, a única diretora cega da história do cinema, autora do longa-metragem "A Flor-de-Lótus Não Voltará a Crescer Em Sua Ilha". O filme da suposta diretora tailandesa foi descrito por Noël tão vivamente que um especialista em cinema asiático chegou a viajar à Tailândia para procurá-la.

Noël pôde continuar publicando matérias desse naipe graças a um editor crédulo, e também porque a revista não era distribuída fora da Bélgica. Além disso, seus leitores não primavam por um senso crítico dos mais aguçados (até aí, nenhuma novidade). Era quase um convite para prosseguir: o intrépido repórter cobriu o lançamento do filme "Vegetais de Boa Vontade" (1970, Jean Clabau), no qual Cláudia Cardinale fazia o papel de uma endívia gigante. Resenhou também o desenho animado maoísta "Germinal II", com Jean-Louis Barrault fazendo a voz de um formão.

Nas páginas da revista, Marlene Dietrich liderou expedições para encontrar o monstro do Lago Ness, Michael Caine pilotou um carro movido a iogurte e Louis Armstrong confessou ter sido canibal (além de ter financiado, também, o filme "Vegetais de Boa Vontade"). Em entrevista exclusiva, o diretor Richard Brooks confessou que seus filmes eram uma porcaria e ainda arrematou: "Eu sou um cretino".

:: "Quando encontro um novo tom de cinza, sinto-me extasiado" ::

Noël Godin entrou para o negócio das tortas após escrever uma excelente reportagem sobre o dia em que um de seus diretores fictícios, Georges Le Gloupier, atacou Robert Bresson com uma torta de creme. Na edição seguinte, inventou que Marguerite Duras, escritora amiga de Bresson, planejava uma revanche. "Dias depois, fiquei sabendo que Duras estava mesmo vindo para a Bélgica"; foi então que resolveu atacá-la com uma torta de verdade, no momento em que ela dissertava sobre o tema de seu segundo filme, Destroy, She Says. Redigiu uma matéria em que creditava o ataque a Le Gloupier. Em seguida, pegou gosto pelo ofício.

Já são mais de 20 os contemplados com suculentas tortas de creme na região facial. São escolhidas como vítimas as pessoas públicas vazias, fúteis ou simplesmente idiotas, das mais diversas nacionalidades, que compartilhem uma parte do poder. O que têm em comum? Todas se levam a sério demais, acham que são importantes e não possuem o menor senso de humor. "Acredito sinceramente que podemos acertar o Papa", completa.

As tortas são essenciais para lembrar alguns cidadãos de que eles são apenas humanos. Bill Gates, por exemplo, foi alvejado porque escolheu trabalhar pelo status quo, sem realmente usar sua inteligência e imaginação. Quanto a Bernard-Henri Levy, uma só frase dele poderia justificar as 5 tortadas: "quando encontro um novo tom de cinza, sinto-me extasiado".

:: Sérios e dogmáticos ::

O ato de lançar tortas na cara é uma espécie de Esperanto visual e tem uma linhagem nobre, que pode ser traçada através de Jerry Lewis, Wile E. Coyote, os irmãos Marx e yippies como Abbie Hoffman -- todos heróis de Noël, que ainda gosta de Júlio Verne e se considera anarquista. Para ele, o que diferencia os torteadores de muitos revolucionários é que os últimos tendem a ser sérios demais e costumam tornar-se insuportavelmente dogmáticos. Segundo o torteador, é exatamente o que falta no atual movimento "antiglobalização": são sérios além da conta, e bolcheviques demais. "Muitos deles são escoteiros", presume.

Desde jovem, Noël Godin disseminou práticas de sabotagem cotidiana, como obstruir fechaduras, provocar erros na contabilidade, espalhar ameaças de bomba, grudar um naco de piche nas câmeras de vigilância. "Nunca curei-me da febre de maio de 1968", diz. Ele e os colegas entarteurs sempre vestem-se de roupas esdrúxulas (é o uniforme oficial do time), com longas barbas falsas, óculos grossos e gravatas-borboleta. Quando um deles foi preso, após cobrir de creme o ministro da Cultura francês, o argumento usado no tribunal foi de que lançar tortas na cara era um velho costume belga. Ganhou a absolvição.


"Os intelectuais são muito sérios", lamenta Noël, defendendo a guerrilha criativa e manifestando sua simpatia pelos escândalos públicos de Antonin Artaud -- como nas vezes em que ia a restaurantes caros de Paris e usava as mãos para comer, assustando as senhoras respeitáveis. Exemplos assim, finaliza Noël, provam definitivamente que "qualquer um pode matar o poderoso através do rídiculo, tendo em mãos uma torta de nada".

p.s.: Fontes fidedignas asseguram que tortas de creme de ovo são mais eficientes quando o alvo é móvel; já as tortas-merengue de limão resistem melhor durante ataques bruscos. Os anarquistas da brigada de São Francisco, por sua vez, preferem tortas de côco (como as que atiraram no economista Milton Friedman) e de creme de tofu (usada no ataque ao diretor da Monsanto).
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LINKS

Reportagem no jornal Observer - http://www.mindspring.com/~jaybab/observer.html
Reportagem na revista espanhola Babab - http://www.babab.com/no09/noel_godin.htm
Alguns links sobre os entarteus e Noël Godin - http://www.babab.com/no09/noel_godin.htm
Leia também: a biografia de Noël Godin,"Creme e Castigo", ainda não disponível em português.

13.2.10

Xamanísmo na Prática 00007 - Ervas Medicinais 3/3  

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Frescurítes
Estética
Manutenção


PELE 

Para se ter a pele sadia, deve-se observar algumas regras:
 - A limpeza com substâncias mais naturais, sabonete de glicerina, Outros produtos retiram a oleosidade e umidade natural.
 - A alimentação rica em frutas e verduras cruas.
 - O sono regular.
 - Intestino regular, as toxinas não eliminadas arruinam qualquer pele.
 - A fadiga e a tensão são os principais causadores do envelhecimento.


Ervas para a Pele: 

Confrei: A mais importante erva para a pele, pois a mesma possui aloantaina que estimula a produção de células da pele, além de possuir propriedades amaciantes e curativas. Pode-se fazer a infusão da folha e da raíz na água ou no leite. Tem agentes anti-rugas.
Salsa: O seu suco, com outros elementos.

Espinhas: 

12.2.10

Xamanísmo na Prática 00007 - Ervas Medicinais 2/3  

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Doenças/Ervas


Artrite
Caatinga de Mulata, Malva, Sabugueiro.
Arroto
Poejo
Anemia
Artemísia, Cavalinha, banhos de Manjerona e Alecrim, Cerefólio, Manjericão, Dente de Alho.
Arteriosclerose
Cavalinha
Asma
Cerefólio, Hortelã, Funcho.
Baço

11.2.10

Xamanísmo na Prática 00007 - Ervas Medicinais 1/3  

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Ervas Medicinais

Todas as indicações são preventivas e agem como terapia de ajuda, sempre em casos de doenças graves tem que as ter o acompanhamento médico, mas na hora de dor de barriga é bom sabermos quais as nossas alternativas.

A Mãe Natureza proporciona ao homem uma infinidade de plantas com valores medicinais. A flora brasileira constitui uma fonte inesgotável de saúde e nossos ancestrais sempre souberam se aproveitar desta riqueza, pois o uso das plantas medicinais existe desde o início dos tempos.

No princípio existia apenas o conhecimento empírico. Hoje, porém, muitas pesquisas científicas comprovam as propriedades medicinais de várias plantas, comprovando (ou não) o uso popular destas plantas. É importante ressaltar que, ao contrário do que muitos imaginam, algumas plantas fazem mal à saúde e por isso não devemos fazer uso indiscriminado desta terapia. Sempre que possível, procure orientação de profissionais da área e não tome qualquer tipo de chá encontrado no mato, pois algumas espécies são muito parecidas e você pode usar uma espécie perigosa por engano.

Preparo:
Os chás podem ser preparados por infusão ou cocção:

29.1.10

Uso da Medicina Alternativa cresce no Sistema Único de Saúde  

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.
http://mbeck.com.br/oriental/wp-content/uploads/2009/11/acupuntura_meridianos.jpg
O acesso gratuito a práticas de saúde como Homeopatia, Fitoterapia, Medicina Tradicional Chinesa (MTC/acupuntura) e Termalismo (uso de águas para tratamento de saúde) cresceu no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2007, foram realizados 97.240 procedimentos de acupuntura e, em 2008, foram 216.616, crescimento de 122%. As práticas corporais, como Lian Gong e Tai Chi Chuam, também se tornaram mais acessíveis aos usuários. Em 2007, foram realizadas 27.646 práticas, enquanto, em 2008, o SUS contabilizou 126.652 - crescimento de 358%.
O aumento foi possível graças à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), criada em 2006. O Ministério da Saúde garantiu acesso gratuito às práticas integrativas no país com a portaria de nº 971. A política recomenda ações e serviços no SUS, para a prevenção de agravos na saúde, a promoção e a recuperação, além de propor o cuidado continuado, humanizado e integral na saúde, com ênfase na atenção básica.
Essas práticas, que já eram realizadas no SUS antes da PNPIC, mas de forma tímida, ganharam força com a implementação da política nacional. Para se ter idéia, em 2000, foram realizadas 257.508 consultas em homeopatia. Já em 2007, foram 312.533. “Com a institucionalização das práticas não convencionais no SUS, muitos Estados e municípios tiveram suas ações fortalecidas. A PNPIC prioriza a promoção da saúde e promove acesso da população a práticas antes restritas a área privada”, analisa Carmem De Simoni, coordenadora da PNPIC.
Além disso, em 2006, o Ministério criou a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, que financiará seis novos medicamentos fitoterápicos neste ano. A partir de 2010, os postos de saúde poderão oferecer fármacos produzidos à base de alcachofra, aroeira, cáscara sagrada, garra do diabo, isoflavona da soja e unha de gato. Com isso, o número de fitoterápicos financiados pelo SUS passa de dois para oito. Os novos produtos - preparados a partir de plantas medicinais - são indicados para o tratamento de problemas como prisão de ventre, inflamações, artrite reumatóide e sintomas do climatério (veja matéria sobre o assunto).
Práticas integrativas e complementares em dados
- Em 2007, foram realizados 97.240 procedimentos de acupuntura com a utilização de agulhas e, em 2008, foram 216.616, um crescimento de 122%.
- As práticas corporais, como Lian Gong e Tai Chi Chuam também se tornaram mais acessíveis aos usuários. Em 2007, foram realizadas 27.646 práticas, enquanto, em 2008, o SUS contabilizou 126.652, um crescimento de 358%.
- Em 2000, foram realizadas 257.508 consultas em Homeopatia. Já em 2007, foram 312.533.
A partir do próximo ano, os postos de saúde poderão oferecer fármacos produzidos à base de alcachofra, aroeira, cáscara sagrada, garra do diabo, isoflavona da soja e unha de gato. Com isso, o número de fitoterápicos financiados pelo SUS passa de dois para oito.
- O investimento federal em consultas homeopáticas cresceu em 383%. Em 2000, o MS aplicou R$ 611.367 no custeio de consultas, enquanto em 2008 investiu R$ 2.953.480,00.
- Só em 2008, foram realizados 25.751 procedimentos de moxabustão (técnica da Medicina Tradicional Chinesa baseada nos mesmos princípios de energia trabalhados na acupuntura), com verba de R$ 84.649.
O investimento em acupuntura teve incremento de 1.420%. Em 2000, foram gastos R$ 278.794, enquanto, em 2008, o recurso aplicado foi de R$ 3.960.120,00.

22.1.10

Jardinagem Libertária  

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Ação de Jardinagem Curitiba Janeiro 2010 

13.1.10

Aforismo 00020  

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Na busca do conhecimento, todos os dias algo é adquirido,
Na busca do Tao, todos os dias algo é deixado para trás.

E cada vez menos é feito
até se atingir a perfeita não-ação.

Quando nada é feito, nada fica por fazer.

Tem-se o mundo deixando as coisas seguirem o seu curso.
E não interferindo.

Molda-se o barro para fazer um vaso;
É o espaço dentro dele que o torna útil.

Fazem-se portas e janelas para um quarto;
São os buracos que o tornam útil.

Por isso, a vantagem do que está lá
Assenta exclusivamente na utilidade 

do que lá não está.


ação na inércia e inércia na ação.

wu we

17.12.09

R.U.A.  

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https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1BYzPf6aTWpL1ev2M3blRqvqA-ijKlLcKy6_9aohoiLDLZpTUFdBv2U4kZr7S0jxfaSyZh5-nZuCi4ylHJaf1M1vUgIhwbK_EnTH_trZH-QuKkJn-68o5thWQxX72KhUvbxaSY4MuQeA/s400/roendo-unhas.jpg
Quando há energia demais e você não sabe o que fazer com ela, é comum começar a roer as unhas ou fumar. As pessoas fazem qualquer coisa para se manterem ocupadas — é difícil aguentar a energia parada.

Quando alguém critica esse comportamento, alegando que é "nervosismo", você se sente reprimido. É como se não tivesse liberdade nem para roer as próprias unhas!

As pessoas acabam encontrando formas mais inofensivas de liberar essa energia, como mascar chiclete ou morder a caneta.

Essas são formas muito sutis, ninguém vai reclamar. Se você fumar um cigarro, quase ninguém vai reclamar, mas roer as unhas, que não faz mal algum, parece deselegante e infantil, e você tenta evitar.

Você tem que aprender a viver da forma mais energética, só isso, e todas essas manias desaparecerão. Dance mais, cante mais, nade mais e faça longas caminhadas. Use sua energia de maneira criativa e viva a vida de forma mais intensa. Saia do mínimo e vá para o máximo.

Se estiver fazendo amor, faça-o de forma selvagem, e não com "elegância", pois isso significaria não viver de fato, apenas fazer de conta que está vivendo. Você já não é mais uma criança, então pode fazer o que quiser em sua própria casa. Pule, cante e corra.

Faça isso durante algumas semanas. Você irá parar de roer as unhas sem nem mesmo perceber, pois agora você tem coisas muito mais interessantes para fazer — quem se preocupa com as unhas?

Mas fique atento às causas e não se preocupe demais com os sintomas.



27.11.09

Xamanismo na Prática 00005 - meditação da gilhotina  

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Uma das mais belas meditações tântricas:  
caminhe e pense como se a cabeça não existisse, só o corpo.

Sente e pense que a cabeça não existe mais, apenas o corpo.
Lembre-se continuamente de que a cabeça não está presente.

Visualize a si mesmo sem a cabeça.
Faça um quadro de si mesmo ampliado, sem a cabeça; olhe para ele.

Ponha o espelho de seu banheiro numa altura mais baixa para que,
quando você olhar, não possa ver a cabeça, só o corpo.

Faça isso durante alguns dias e sentirá uma leveza acontecendo para você,
um imenso silêncio, pois a cabeça é que é o problema.


Se você puder conceber a si mesmo sem cabeça —
e isso pode ser concebido sem nenhuma dificuldade —
então cada vez mais estará centrado no coração.

Experimente agora mesmo visualizar-se sem cabeça
e você compreenderá imediatamente o que estou dizendo.

28.10.09

Noticias do Front  

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5.10.09

Sociedade Caco[parrachi]fonica Apresentou:  

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adivinha quem tava pirofagiando!?

13.9.09

Xamanismo na Prática 00004 - respirando pelos ossos  

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Os Yogues tem uma forma predileta de respiração psíquica que praticam ocasionalmente, e à qual deram um nome Sânscrito que traduzimos com os termos "grande respiração psíquica".

Apresentamo-lo por último, porque requer um conhecimento prático da respiração rítmica e imaginação mental, que o estudante pode obter por meio dos exercícios que precedem. Os princípios gerais da Grande respiração resumem-se no antigo provérbio hindu que diz:
"Bem-aventurado o Yogue que respirar através dos seus ossos".

Este exercício encherá de Prana (força vital, energia) todo o organismo, e dará energia a todos os ossos, músculos, nervos, células, tecidos, órgãos e partes, afinando-os todos por meio do Prana e pelo ritmo respiratório. É uma purificação geral do sistema, e quem o pratica cuidadosamente, terá uma sensação como se tivesse obtido um corpo novo, recém-criado, desde o crânio até às solas dos pés.

Deixaremos o exercício falar por si mesmo:


1. Deitai-vos, numa posição cômoda, e com os músculos afrouxados.

2. Respirai ritmicamente, até estabelecerdes ritmo perfeito. (parte mais dificil)

3. Depois, ao inalar e ao exalar, formai a imagem mental da respiração haurida através dos ossos das pernas, e pelos mesmos expelida; em seguida formai a imagem mental da respiração haurida e expelida pelos ossos dos braços; pelo crânio; pelo estomago; pela coluna espinhal;
e depois como se a respiração fosse inalada e exalada por todos os poros da pele, estando todo o corpo cheio de Prana e vida.

4. Em seguida, (respirando ritmicamente), enviai a corrente de Prana aos seguintes Sete Centros Vitais, um após outro, aplicando a imagem mental como nos exercícios precedente:

a. terceiro olho (hipofise);

b. parte mais acima do crânio (pineal);

c. base da garganta;

d. Ao plexo solar;

e. Região sacra (parte inferior da espinha dorsal);

f. À 4 dedos abaixo do umbigo;

g. coração (timo).


Terminai, fazendo passar a corrente de Prana por todo o corpo desde o crânio até aos pés, algumas vezes.

12.9.09

Xamanismo na Prática 00003 - chikun  

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Curso de Iron Shirt Chi Kun

(Chi Kun da Camisa de Ferro)

Início: 01 de Outubro de 2009

O CHI-KUN é um antigo método da Alquimia Interna Taoísta que conduz ao equilíbrio dos corpos físico, mental e emocional através da respiração, posturas, exercícios de meditação e auto-massagem. O CHI-KUN da Camisa de Ferro fortalece os órgãos internos do corpo, ajuda o enraizamento nas forças terrestres e ativa o equilíbrio individual.

O Programa é composto por 4 temas:

● A Meditação do Sorriso ● Os Sons que Curam

● Camisa de Ferro(as posturas) ● Chi Auto-Massagem

Horário: das 19:00 h até as 21:00 h (todas as 5as.)

Duração: 5 meses (vagas limitadas)

Facilitadora: Tereza Amoêdo (reg. 9881)

Formação: Inst.Inter-Tao; Asbamtho e Abaco. Cursos: Auriculoterapia (Escola Huang Li Chun); Cristais (Antônio Duncan); Reiki (Escola Mestre Mikao Usui); Fitoterapia Chinesa (Magali Lobosco).

3087-7531 e 8899-4983

tamoedo@oi.com.br

www.terezaamoedo.com

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