27.3.10

Nietzsche - As Borboletas e as Bolhas de Sabão  

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"Creio que aqueles que mais entendem
de felicidade são as borboletas e as
bolhas de sabão...

Ver girar essas pequenas almas leves, loucas,
graciosas e que se movem é o que, de mim,
arrancam lágrimas e canções.

Eu só poderia acreditar em um Deus que
soubesse dançar.
 
E quando vi meu demônio, pareceu-me sério,
grave, profundo, solene.

Era o espírito da gravidade. Ele é que faz cair
todas as coisas.

Não é com ira, mas com riso que se mata.
 
Coragem!

Vamos matar o espírito da gravidade!

Eu aprendi a andar.  
 
Desde então, passei por mim a correr.
 
Eu aprendi a voar.

Desde então, não quero que me empurrem
para mudar de lugar.

Agora sou leve, agora vôo, agora vejo por baixo
de mim mesmo, agora um Deus dança em mim!"

Friedrich "Bigode" Nietzsche
 
 
 

26.3.10
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http://www.religiousstudies.uncc.edu/aburlein/Foucault%20and%20Religion/syllabi/foucault_handbig.jpg

25.3.10

Medo do Medo do Medo.  

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Provisoriamente 
não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo,
que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio porque esse não existe,
existe apenas o medo,
nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,

cantaremos o medo dos ditadores, 
o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte 
e o medo de depois da morte,
depois morreremos de medo.
E sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas.

Carlos Drummond de Andrade

24.3.10

A sexualidade entre o Sol e Lua  

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http://inspiringnews.files.wordpress.com/2009/01/sun-moon-eclipse2.jpg
  

Mesmo depois de tanto tempo o Sol nunca pede da Lua gratidão.
Pois olha o que acontece com um amor desses,
ilumina o céu todo!


23.3.10

Coyote  

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"A gente não sente amor ou desejo pelas pessoas. 
A gente sente amor e desejo é nas pessoas. 
Quando o desejo e o amor acontecem pelas pessoas, eles acabam logo."


17.3.10

fëng  

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14.3.10

Toda noite dormimos...  

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Toda noite
dormimos
com tudo aquilo que nos marca.

O que
vemos,
tateamos,
cheiramos,
escutamos e degustamos.
Com ou sem nossa licença.
Se sabemos - dormimos.
Se não sabemos - dormimos


E se não dormimos?...




Abel Luiz

13.3.10

Playing and singing without seeing  

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"Music is an exceptional tool for helping people because of its power to reach everyone. Like nothing else, music creates multiple stimuli, allowing many different people to experience its effects regardless of their disability. Music can touch everyone. While music is usually thought of as an auditory stimulus, or a series of pitches that people can hear, it also creates tactile stimulation. When a large cymbal is struck with a mallet the vibrations can be felt by touching the cymbal. When the loud booming bass on a stereo is heard it is also possible to experience the power of the vibrations in the body. Music does not need to be heard to be beneficial. Because of the universality of music, music therapy becomes an aid that can help children with impairments in vision and hearing.

Music therapy is the use of music, by a trained professional, to help patients make changes in their lives so as to adjust better to or overcome obstacles. There are two types of music therapy, adaptive and palliative. Adaptive music therapy is used to help people adapt to their handicaps. (Heller, 1987) Palliative music therapy is used to treat the symptoms of patients with physical, mental and emotional disturbances. (Heller, 1987) Both forms of music therapy help patients achieve their goals and have a better life.

Using music to help deaf and blind children better function at basic skills is an example of adaptive music therapy. For the deaf and blind child basic skills are difficult to learn because they have impairments in two senses: sight and hearing. Because of their handicaps, deaf and blind children grow up in an isolated world. They are often unaware of their surroundings, cannot, communicate, and have difficulty in learning motor skills. In working with a deaf and blind child, the goals of a music therapist include: providing sensory stimulation, increasing self awareness, developing awareness of others, developing an awareness of the absence of sound, increasing the attention span, increasing the accuracy of motor skills, improving social interaction, providing a means of emotional expression and developing language and concepts (Cormier, 1982, p 11). Music therapy can help the deaf and blind child learn to adapt to a seeing and hearing world despite their handicaps.

Music therapist worked with J, a nine-year-old boy with vision and hearing impairments, to improve his expressive language, improve social skills, and refine motor skills. Because J has sight and hearing impairments, music seemed a viable way to reach the client. The music therapists created several music activities that would give the client tactile stimulation to learn from. To increase the attention span and improve the social skills of the client, the music therapist and the client engage in a call-response rhythm game. Facing each other the therapist and client place their hands on each other’s shoulders while the therapist taps out simple rhythms
. Encouraging the child to imitate the rhythm patterns on the therapist shoulders focuses the child’s attention and interacting with the therapist promotes social skills. This activity can be slightly altered to encourage vocalization and improve the client’s language skills. The therapist and the client place their hands on each other’s throat while the therapist sings. By allowing the client to feel the vibrations of the vocal chords, the client can learn how it feels to sings. This music activity develops an awareness of others in the client, improves social interaction between the client and other people, and increases the attention span of the client.


Music therapy uses the many aspects of music to help people heal and adjust to their lives
. The use of music therapy in deaf and blind children is very effective. Using vibrations, deaf and blind children can experience music without having to see or hear it. Music helps to provide deaf and blind children with tactile stimulation while it increases self awareness and awareness of others. It increases the attention span by requiring children to focus on an activity and improves social interaction by incorporating others in music activities. Because music is so versatile it can reach everyone. Music therapy used with deaf and blind children is an effective way to help them learn basic skills and adapt to their disabilities."


Melissa, November 23rd, 1998 Music Therapy 185 Dr. Solomon


12.3.10

Desapegue-se!  

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8.3.10

Koan do Moranguinho  

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Um viajante, passando por uma estrada rente a um precipício, é surpreendido por um tigre grande, mau, feroz e faminto.


O f*****odido deita no chão e agarra meia dúzia de raízes expostas d'alguma vinha. Se pendurando no tal precipício. O tigre o espreita (e baba) a poucos centímetros de sua cabeça. Tremendo, o homem olha para baixo e vê: nenhum fundo! Apenas as raízes o impede de virar panqueca ou comida-de-tigre.


Até que subtamente, alguma coisa se move na terra à volta da tal raíz:
"Putz," pensou "a raíz ta cedendo!!".

Porém, quando tudo parecia estar perdido:
seus olhos percebem um belo morango vicejando.
Segurando-se com uma mão, ele pegou o morango com a outra e o comeu.

Que delícia! ele disse.

7.3.10

Mate Buda.  

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Noções e conceitos podem ser úteis se aprendermos a usá-los habilmente, sem sermos aprisionados por eles. O mestre zen Lin Chi disse : "Se você vir Buda em seu caminho, mate-o." Ele quis dizer que, se você tem uma idéia de Buda, ela impede você de ter uma experiência direta de Buda, porque você está preso a um objeto de sua percepção. E o único meio de você se livrar e experimentar Buda é matar sua noção de Buda. Este é o segredo da prática.

Se você se prende a uma idéia ou noção, você perde a oportunidade. Aprender a transcender suas construções mentais sobre a realidade é uma arte. Os mestres devem ajudar seus estudantes a aprenderem como não acumular conceitos. Se você carrega noções, nunca será emancipado. Aprender a olhar profundamente para enxergar a verdadeira natureza das coisas, ter contato "direto" com a realidade e não somente descrever a realidade em termos de noções e conceitos, é a prática.

Thich Nhat Hanh - Cultivando a Mente de Amor

4.3.10

Comida Alcalina e Energia.  

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Quando alguma coisa morre, como um cão atropelado por um carro ou uma pessoa depois de uma longa doença, as células do corpo imediatamente perdem a vibração e se tornam muito ácidas quimicamente. Esse estado ácido é o sinal para os micróbios do mundo, os vírus, as bactérias e os fungos, de que está na hora de decompor aquele tecido morto. Assim quando a energia em nosso corpo diminui por causa do tipo de alimento que comemos, isso nos torna suscetíveis às doenças.

Eis como funciona : quando comemos, o alimento é metabolizado e deixa resíduos ou cinzas em nosso corpo. Esses resíduos são de natureza ácida ou alcalina, dependendo da comida; se ela for alcalina, então pode ser rapidamente extraída de nosso corpo com pouca energia. No entanto, se esses produtos residuais são ácidos, fica muito difícil para o sangue e o sistema linfático os eliminarem, e eles são depositados em nossos órgãos e tecidos como sólidos, formas cristalinas de baixa vibração que criam bloqueios ou rupturas nos níveis vibratórios das nossas células.

Sim! Os alimentos impróprios podem baixar nosso nível vibratório ao ponto em que as forças da natureza começam a devolver nosso corpo à terra.

Todas as doenças surgem através de ação microbiana. Vários microbios foram associados às lesões arteriais da doença coronária, assim como à produção de tumores cancerígenos. Mas, lembre-se, os micróbios estão apenas fazendo a sua função; a verdadeira causa é a alimentação que provoca o ambiente ácido. As doenças debilitantes que aflingem a humanidade existem porque poluímos nosso corpo, o que avisa aos micróbios dentro de nós que estamos prontos para nos decompor, desenergisar, morrer.

Geralmente os alimentos que deixam resíduos ácidos em nosso corpo são pesados, cozidos demais, industrializados demais e doces; os alimentos alcalinos são mais verdes, mais frescos, mais vivos, tais como legumes frescos e seu suco, verduras, brotos e frutas como abacate, tomate, pomelo e limão.

Sempre que nos perguntamos porque certas pessoas expostas aos mesmos micróbios não sofrem contágio de uma doença; a diferença é o ambiente interior do organismo. A boa notícia é que, mesmo se tivermos excesso de acidez no corpo e começarmos a nos decompor, a situação pode ser revertida se melhorarmos nossa nutrição e passarmos para um estado alcalino, e de energia mais alta.


Retirado do livro "O Segredo de Shamballa" de James Redfield 

3.3.10

deLEuzes 00002  

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A questão fundamental de nosso paradígma político ainda é a mesma que merda que Spinoza viu tão bem (e que Wilhelm Reich redescobriu): Por que diabos lutamos por nossa "servitude" com tanta vontade como se fosse a nossa salvação?!

2.3.10

Os 5 elementos no Taoísmo  

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Os 5 Elementos representam as atividades das forças Yin e Yang quando estão se alternando, manifestas nos ciclos de mudanças na natureza que regulam a vida na terra. Também chamadas como os 5 movimentos (Wu Yun), definem os vários estágios de transformação que acontecem nas mudanças de estações: crescimento e declínio; mudanças do clima; sons e sabores; emoções na psicologia humana. Cada energia está associada com um elemento natural cuja função se parece com a função destas energias, e tomam dali o seu nome. Diferente da forma de nomear os elementos por sua forma e substância como fazemos no Ocidente e em outros sistemas, o sistema chinês leva em conta a energia e sua transformação. Os elementos simbolizam atividades da energia com as quais estão associados.
 
As manifestações da força Yin e Yang na terra, as cinco fases da energia representam vários estágios de vazio e cheio pelas quais essas energias passam ao equilibrar um determinado sistema energético. Um antigo texto chinês diz sobre isto:
 

As cinco fases da energia ou os Elementos de Madeira, Metal, Água, Terra e Fogo aparecem em sua natureza especifica, durante as transformações da força Yang e de sua união com a força Yin. Estas fases de energia estão em constante mudança de atividade, nutrindo e controlando uma a outra para que haja uma constância nos movimentos de transformação do vazio para o cheio e do cheio para o vazio, num movimento circular sem fim ou começo. A interação destas forças primordiais cria a harmonia nas mudanças e no curso dos ciclos na natureza. As Cinco fases das Energias Elementares se combinam e re-combinam em inúmeras formas e produzem a vida manifesta. Todas as coisas que existem contêm os cinco elementos em variadas proporções.
 
Vamos analisar estas idéias observando os ciclos das estações do ano que influenciam tudo sobre a terra. A água é a fase da energia associada ao inverno, quando prevalece a força Yin. O inverno é o tempo do descanso, da quietude, quando a energia é poupada, recolhida, condensada, conservada e armazenada. A água é um elemento muito concentrado, contendo um grande potencial, um grande poder esperando para ser liberado. No corpo humano, a água está associada com os fluidos essenciais como os hormônios, os líquidos linfáticos, a medula, as enzimas, todos com grande potencial de energia. Sua cor é o preto ou o azul noite. A cor que contêm todas as outras cores de forma concentrada. Na natureza, a água evapora com o excesso de calor; nos seres humanos a energia da água dispersa pelo excesso de estresse e de emoções fortes. A forma de se conservar a energia da água é através da quietude e do repouso, é se manter "frio". 

A próxima fase do ciclo das estações do ano é a primavera, surge o elemento madeira do potencial energético da água, assim como as plantas florescem na terra durante a primavera. Este é o novo estágio Yang do ciclo das energias. A fase Madeira é expansiva, alegre e explosiva. É uma geração criativa de energia, despertando o desejo sexual de procriar. Está associada ao vigor, à juventude, ao crescimento e ao desenvolvimento. A energia da Madeira pede livre expressão e espaço para dar vazão à sua expansão. Se bloquearmos seu desenvolvimento, criamos sentimentos de frustração, raiva, ciúme e estagnação.

Assim como a primavera se desenvolve naturalmente para o verão, assim também a energia expansiva e criativa da Madeira amadurece para a energia florescente do Yang velho, a energia do fogo. Esta é a fase mais cheia de energia de todo o ciclo, quando acontece a fase mais quente da energia yang cheia. Todas as formas de vida se esquentam nesta fase de crescimento da energia do fogo. O fogo está associado ao coração, que é a morada das emoções humanas e o órgão que pulsa e distribui o sangue e sua energia pelo corpo. Sua cor é o vermelho a cor do calor e do sangue. Esta energia está associada ao amor e à compaixão, à generosidade e à alegria, à abertura e à abundância. Se bloquearmos esta energia, o resultado é a hipertensão, os problemas do coração e as desordens nervosas.

No final do verão chega um momento de interlúdio, de perfeito equilíbrio quando a energia do fogo diminui, se transformando em energia da terra, nem muito Yin e nem muito Yang quando se instala um estado de equilíbrio perfeito. Este momento é o clímax do ciclo, o intervalo entre as energias Yang da primavera e do verão e as energias Yin do outono e do inverno. O humor das 5 fases da energia está em harmonia neste momento, trazendo uma sensação de bem estar e completude. A energia do final do verão é a energia da terra, sua cor é o amarelo, a cor do sol e da terra. Na anatomia humana está associada ao estômago, ao baço e ao pâncreas que estão situados no centro do corpo e alimentam todo o sistema do corpo. Se a energia da terra for insuficiente, o organismo fica mal nutrido, afeta a digestão e todo o sistema se desequilibra e fica desvitalizado.
 

Quando o verão passa para o outono, a energia da terra se transforma em Metal. Durante a fase Metal, a energia começa novamente a se condensar, se contrair, volta-se para dentro para acumular e se armazenar, assim como armazenamos nossos alimentos no outono, para sobreviver no inverno. Nesta fase liberamos tudo que está gasto como as folhas das árvores que caem para poupar a essência, que é então armazenada para suportar a fase não produtiva da água, do inverno. Se nesta fase não houver bastante energia para contrair, não haverá força suficiente para passar o inverno e o próximo ciclo da madeira/primavera será fraco. A energia do Metal controla o pulmão, que extrai a energia essencial e expele as toxinas do sangue e do intestino grosso, que elimina a sujeira pesada enquanto retêm e recicla toda a água do organismo. A cor da fase Metal é o branco, a cor da pureza e da essência. O outono é a estação da introspecção e da meditação, de reciclar sentimentos antigos, apegos externos e o excesso de emoções adquiridas durante o verão, assim como as árvores se livram das folhas secas e buscam os nutrientes de suas raízes. Se resistirmos a esta energia e ficarmos aprisionados no passado podemos criar estados de melancolia, de tristeza e de depressão que se manifestam em dificuldades respiratórias, dores nas costas, problemas de pele e baixa resistência a doenças. Assim como o metal é a energia refinada extraída da terra e lapidada pelo fogo, o outono é a estação onde devemos extrair aprendizagens das atividades e experiências do verão, transformando-as na quietude e sabedoria do inverno.

Assim a grande roda da vida segue caminhando entre os ciclos das energias elementares, acordando e dando vida a todas as coisas, seguindo um processo ordenado de seqüência rítmica.

[5elementos.gif]

As cinco fases da energia ou 5 elementos mantêm o equilíbrio interno e a harmonia entre as energia Yin e Yang, através de ciclos de equilíbrio e checagem, chamados ciclo criativo e ciclo de controle. Ambos os ciclos, que interagem e equilibram um ao outro, estão em constante atividade, mantendo o campo dinâmico destas forças polares, que é necessário para mover e transformar as energias. O ciclo criativo gera energia e nutre a energia - como a relação entre mãe e filho. Água gera a Madeira nutrindo seu crescimento. Madeira gera Fogo dando-lhe combustível para queimar; Fogo gera Terra, fertizando-a com suas cinzas; Terra produz Metal pela extração e refinamento; Metal se torna líquido como Água quando fundido, somando-lhe propriedades especiais, quando a ela se mistura (como na água mineral).

Por outro lado, o ciclo de controle cria uma relação de subjugar, como a existente nas batalhas entre o vencedor e o vencido. O Livro da Medicina Clássica descreve o ciclo de controle dessa forma:
 
Madeira em contato com Metal é abatida.
Fogo
em contato com Água se apaga.
Terra
em contato com Madeira é penetrada.
Metal
em contato com Fogo de dissolve.
Água
em contato com Terra pára seu curso.
Assim que uma das fases de energia se excede tende a exercer um estimulo excessivo sobre o elemento seguinte do ciclo criativo. Neste exato momento, o elemento que controla esta energia excessiva entra em ação para restaurar a harmonia. Por exemplo: se o elemento Madeira gerar energia em demasia, provendo o elemento Fogo de muito combustível - o que poderia causar muita queimada - o Metal entra em ação, cortando o suprimento de madeira e assim, restabelecendo o equilíbrio. O Ciclo Criativo e o de controle mantêm uma constante relação de harmonia e equilíbrio entre as 5 fases da energia ou as 5 Energias elementares.

Por Daniel Reed

1.3.10

SomosoM  

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Provavelmente o desenvolvimento mais importante na investigação científica sobre a música foi a descoberta de que a música é percebida através da parte do cérebro que recebe os estímulos das emoções, sensações e sentimentos, sem antes ser submetida aos centros cerebrais envolvidos com a razão e a inteligência. Schullian e Schoen explicam este fenômeno: "Música, que não depende das funções superiores do cérebro para franquear entrada ao organismo, ainda pode excitar por meio do tálamo – o posto de intercomunicação de todas as emoções, sensações e sentimentos. Uma vez que um estímulo foi capaz de alcançar o tálamo, o cérebro superior é automaticamente invadido, e, se o estímulo é mantido por algum tempo, um contato íntimo entre o cérebro superior e o mundo da realidade pode ser desta forma estabelecido."
 
Tempo e espaço não permitem uma abordagem completa da percepção musical. É suficiente dizer que estudos nos últimos cinqüenta anos tem trazido à luz algumas descobertas bastante significativas, que podem ser resumidas como se segue:
 
A música é percebida e desfrutada sem necessariamente 
ser interpretada pelos centros superiores do cérebro que 
envolvem a razão e o julgamento.

A resposta à música é mensurável,
mesmo quando o ouvinte não está dando
uma atenção consciente a ela.

Há evidencias de que a música pode levar 
a mudanças de estados de espírito pela 
alteração da química corporal e do equilíbrio 
dos eletrólitos.

Rebaixando o nível de percepção sensorial, 
a música amplifica as respostas às cores,
toque e outras percepções sensoriais.

Tem sido demonstrado que os 
efeitos da música alteram a energia 
muscular e promovem ou inibem o 
movimento corporal.

Música rítmica altamente 
repetitiva tem um efeito hipnótico.

O sentido da audição tem um 
efeito maior sobre o sistema nervoso
autônomo do que qualquer outro sentido. 


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