26.9.09

drão-grão  

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A Lição  

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Um estudante universitário saiu um dia a dar um
passeio com um professor, a quem os alunos
consideravam seu amigo devido à sua bondade
para os que seguiam as suas instruções.

Enquanto caminhavam, viram no seu caminho
um par de sapatos velhos e calcularam que
pertenciam a um homem que trabalhava no
campo ao lado e que estava prestes a terminar o
seu dia de trabalho.
O aluno disse ao professor:
Vamos fazer-lhe uma brincadeira; vamos
esconder-lhe os sapatos e escondemo-nos atrás
dos arbustos para ver a sua cara quando não os
encontrar.
Meu querido amigo, disse o professor – nunca
devemos divertir-nos à custa dos pobres.
Tu és rico e podes dar uma alegria a este homem.
Coloca uma moeda em cada sapato e depois
escondemo-nos para ver a sua reacção quando os
encontrar.
Fez isso e ambos se esconderam no meio dos
arbustos. O pobre homem terminou a suas
tarefas diárias e caminhou até aos sapatos, para
voltar para casa.
Ao chegar junto dos sapatos deslizou o pé no
sapato, mas sentiu algo dentro deste. Baixou-se
para ver o que era e encontrou a moeda. Pasmado
perguntou-se o que havia acontecido. Olhou a
moeda e voltou-a e voltou a olhá-la.
Olhou à sua volta, para todos os lados, mas não
via nada nem ninguém. Guardou-a no seu bolso e
foi calçar o outro sapato; sua surpresa foi ainda
maior quando encontro a outra moeda.
Seus sentimentos esmagaram-no; pôs-se de
joelhos, levantou o olhos ao céu, e em voz alta fez
um enorme agradecimeto, falando de sua esposa
doente e sem ajuda, e de seus filhos que não
tinham pão e devido a uma mão desconhecida
não morreriam de fome.
O estudante ficou profundamente emocionado e
seus olhos ficaram cheios de lágrimas.
Agora-disse o professor-não está mais satisfeito
com esta brincadeira?

O jovem respondeu:
Você ensinou-me uma lição que jamais hei-de
esquecer. Agora entendo algo que antes não
entendia: é melhor dar que receber.

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24.9.09

A Estranha Linha Entre o Aprendizado e o Ensino  

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(Do lado do aprendizado:)

Eu não posso aprender nada se eu pensar que já aprendi tudo.

Se alguém me diz uma coisa, mas eu já tenho opinião formada, não serei capaz de ouvir o que o outro está falando.

Eu não irei verdadeiramente entender se achar que já entendi tudo.

Assim, as pré-concepções dificultam o entendimento.

Mas o que o aluno deve aprender?


(Do lado do ensino:)


Por outro lado, dificilmente eu consigo ensinar algo a alguém. Isso porque qualquer coisa que eu queira transmitir, irá esbarrar nas pré-concepções da outra pessoa.

De fato a outra pessoa irá aprender por ela mesma, quando derrubar suas pré-concepções (ou deixá-las enfraquecerem naturalmente).

Não é possível empurrar goela abaixo um ensinamento qualquer. Simplesmente, alguns entenderão e outros não. Mesmo o melhor professor de todo o mundo não conseguiria ensinar qualquer coisa a alguém que não queira ouvir, ou tenha uma opinião fechada sobre um assunto.

Mas o que o professor deve ensinar?


(No limite:)


Porém, aprender é de certa forma criar concepções. Para aprender algo é preciso fechar as portas para alguns entendimentos.

Assim, parece que para poder integralmente e continuamente aprender, o aluno deve na verdade desaprender. Livre de pré-concepções, ele pode verdadeiramente compreender. Provavelmente o professor ficará muito satisfeito com esse desaprendizado do aluno.

Assim, de certa forma, nem o professor ensina, nem o aluno aprende.


(Peço desculpas ao eventual leitor pela confusão em excesso. Na verdade, eu não entendi muito bem o que eu escrevi!)

23.9.09

Os Puladores  

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tradução da sara dum conto surreal:

A pulga, o gafanhoto e o bonito certa feita quiseram ver qual deles podia pular mais alto, e então eles convidaram o mundo inteiro – e qualquer outra pessoa que quisesse vir – para assistir a brincadeira. E os três puladores apropriados entraram juntos no salão.
“Bem, eu darei a minha filha para aquele que pular mais alto!”, disse o rei. “Porque é de pouco consolo que essas pessoas pulem por nada!”
A pulga deu um passo à frente primeiro. Ela tinha maneiras requintadas e se inclinou para todos os lados, porque sangue de solteirona corria nas suas veias e ela estava acostumada a se associar às pessoas. E isso, no fim das contas, significa um bocado.
O gafanhoto veio em seguida. Ele, é claro, era consideravelmente maior, mas ainda assim ele tinha modos razoavelmente bons. Ele estava vestindo um uniforme verde, com o qual havia nascido vestido. Além disso, esta pessoa ilustre disse que vinha de uma família antiga nas paragens do Egito, e que em sua terra natal tinham-no em muito alta estima. Ele havia sido tirado do campo e colocado numa casa de cartas de três andares – todas cartas com rostos, com os lados coloridos virados para dentro. A casa tinha tanto porta quanto janelas que haviam sido cortadas da cintura da Rainha de Copas.
“Eu canto tão bem”, ele disse, “que dezesseis grilos da região, que trinam desde que são pequeninos e ainda não receberam uma casa de cartas, ficaram tão contrariados que se tornaram ainda mais magros depois de me ouvir cantar.”
Ambos – a pulga e o gafanhoto – deram, assim, uma boa descrição de quem eram e de porque achavam que eles podiam mesmo casar com uma princesa.
O bonito nada disse, mas foi dito que ele se achava ainda mais; e o cão de caça da corte cheirou somente ele porque reconheceu que o bonito vinha de uma boa família. O velho conselheiro, que já tinha recebido três ordens pra calar a boca, sustentava que o bonito tinha o dom da profecia: podia-se dizer pelas suas costas se o inverno ia ser brando ou severo, e ninguém pode dizer isso nem com base nas costas do homem que escreve o Almanaque.
“Bem, eu não estou dizendo nada,” disse o velho rei, “mas eu sempre fui assim e guardei meus pensamentos pra mim!”
Agora o pululê ia começar. A pulga pulou tão alto que ninguém podia ve-la, e então consideraram que ela não tinha sequer pulado. E isso foi injusto.
O gafanhoto só pulou metade da altura que a pulga pulou, mas ele pousou bem na cara do rei, e então o rei disse que aquilo era revoltante!
O bonito ficou paradinho e meditou por um bom tempo. Por fim, pensaram que ele não podia pular de jeito nenhum.
“Se apenas ele não tivesse ficado indisposto!”, disse o cão de caça da corte, e depois cheirou-o novamente: SWOOOOOOOOOOOOOOOOOOSH! O bonito deu um pulo curto e vacilante direto pro colo da princesa, que estava sentada num banquinho de ouro baixo.
O rei disse “o pulo mais alto é pular para a minha filha, porque esse é o verdadeiro objetivo! Mas uma cabeça é necessária para acertar um tal alvo, e o bonito mostrou que tem uma cabeça. Ele tem pernas na sua testa!”
E assim ele ficou com a princesa.
“Apesar de tudo fui eu quem pulou mais alto!”, disse a pulga. “Mas não importa. Que ela tenha aquele troço de pernas-de-pau e cera! Eu pulei mais alto! Mas nesse mundo uma pessoa precisa ter um corpo se quer ser vista.”
E então a pulga foi pras guerras no estrangeiro, onde dizem que ela foi morta.
O gafanhoto sentou numa vala e ficou pensando nas coisas do mundo como elas realmente são. E então ele também disse “o que é necessário é um corpo! O que é necessário é um corpo!”
E então ele cantou sua própria canção melancólica, e foi daí que nós tiramos essa história. Mas podia muito bem ser uma mentira, mesmo que tenha aparecido impressa.
.
.
(tradução livre de The Jumpers, do Hans Andersen)
(note-se que esse conto é Larista e Discordiano e Peixuxiano! \ö/ viva os bonitos e os atuns, principalmente!)

18.9.09

DEOXY.ORG  

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Palavras de Osho  

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O Potêncial do Estresse
- 42/4 | 18/9



O psicólogo Hans Selye trabalhou durante toda a vida focalizando apenas um problema: o estresse. E chegou a conclusões muito profundas. Uma é que o estresse nem sempre é ruim; ele pode ser usado de maneira admirável.

Não é necessariamente negativo - e, se pensarmos que é sempre negativo, isso não será bom e então geraremos problemas.

O estresse em si pode ser usado como um apoio, pode tornar-se uma força criativa. Porém, fomos ensinados, em geral, que o estresse é ruim, de tal maneira que, ao ser submetido a qualquer tipo de estresse, você se torna receoso. E seu receio o torna até mais estressado; a situação não é ajudada pelo receio.

Por exemplo, talvez os problemas econômicos estejam gerando estresse. No momento em que você sentir que há alguma tensão, algum estresse, você passa a receá-lo. Diz a si mesmo: "Tenho de relaxar". Bem, tentar relaxamento não ajudará, porque você não consegue relaxar; na realidade tentar o relaxamento criará um novo tipo de estresse.

O estresse está presente e você está tentando relaxar e não consegue, portanto está aumentando o problema.

Quando houver o estresse, use-o como energia criativa. Primeiro, aceite-o; não há necessidade de lutar com ele. Aceite-o, isso é perfeitamente correto. Ele apenas diz: "Há problemas econômicos, algo está dando errado, você pode fracassar."

O estresse é tão-só uma indicação de que o corpo está se preparando para enfrentar a situação. Se você tenta relaxar ou toma comprimidos para a dor ou tranquilizantes, está agindo contra o corpo.

O corpo está ficando pronto para lidar com uma certa situação, um certo desafio que existe nele. Aproveite o desafio! Mesmo que você algumas vezes não consiga dormir à noite, não há necessidade de ficar preocupado.

Use a energia que surge do estresse: ande, corra, faça uma caminhada longa. Planeje o que deseja fazer, o que a mente quer fazer. Em vez de tentar adormecer, o que não é possível, use a situação de modo criativo.

A mente apenas está dizendo que o corpo está pronto para enfrentar um problema; essa não é a situação para relaxar. O relaxamento pode ocorrer posteriormente.

Osho, em "Meditação para Pessoas Ocupadas"
Imagem por stuartpilbrow

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Transformação - 42/4 | 18/9


Um mestre de Zen não é simplesmente um professor. Em todas as religiões, há apenas professores. Eles ensinam a respeito de assuntos que você não conhece, e lhe pedem para acreditar no que dizem, porque não há jeito de transformar essa experiência em realidade objetiva. O professor tampouco as vivenciou - ele acreditou nelas, e transmite a sua crença para outras pessoas.


O Zen não é o mundo do crente. Não é para fiéis; o Zen é destinado àquelas almas ousadas que são capazes de desfazer-se de toda crença, descrença, dúvida, razão, mente, e mergulhar simplesmente na sua existência pura, sem fronteiras.

Ele traz, porém, uma transformação tremenda.

Permitam-me, portanto, dizer que, enquanto outros caminhos estão envolvidos com filosofias, o Zen está envolvido com metamorfose, com uma transformação. Trata-se de uma alquimia autêntica: o Zen transforma você de metal comum em ouro. Mas a sua linguagem precisa ser entendida, não com o seu raciocínio e o seu intelecto, mas com o seu coração amoroso. Ou até mesmo simplesmente escutar, sem se importar se é verdade ou não. Um momento chega, repentinamente, em que você enxerga aquilo que não percebeu a vida inteira. De repente, abre-se aquilo que o Buda Gautama denominou "oitenta e quatro mil portas".

Osho, em "Zen: The Solitary Bird, Cuckoo of the Forest"
Imagem por GroggyFroggy


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Viver, Amar, Cantar - 14/9 | 38/4



Vida é um verbo. Vida não é um substantivo, é realmente viver, não vida .

Não é amor, é amar. Não é relação, é relacionar. Não é uma canção, é cantar. Não é uma dança, é dançar.

Veja a diferença, sinta o sabor da diferença.




Osho, em "The Book of Wisdom"
Imagem por linda yvonne


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Pais e política- sei lá, cara...


Quando existe o desejo de ter poder sobre outra pessoa, isso é política.

O poder é sempre político, até mesmo sobre crianças.

Os pais pensam que amam, mas apenas em suas mentes; contudo eles querem que as crianças sejam obedientes. E o que obediência significa? Significa que todo o poder está nas mãos dos pais.

Osho, em "The Path of the Mystic"
Imagem por drspam
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15.9.09

aforismo 00013  

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Rev. S disse aqui:

ser o que quiser

*.*

eu posso.

e só depende de mim.

não é incrível??

(:

14.9.09

Remix: Chakras x Qabbalah x 8 Circuitos Cerebrais  

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13.9.09

What does it mean that the most powerful of all psychedelic hallucinogens is a part of normal human metabolism?  

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Eu não sei se algum de vocês alguma vez já sentou, 
cruzou as pernas, fumou DMT e foi ver no que dava. 
Bem, o que acontece comigo é essa coisa enorme vindo  
RRRRRAAHH para minha espinha e piscando meu cerebro,  né?

-- O cara da Kundalini Yoga no documentário de Woodstock...


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Xamanismo na Prática 00004 - respirando pelos ossos  

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Os Yogues tem uma forma predileta de respiração psíquica que praticam ocasionalmente, e à qual deram um nome Sânscrito que traduzimos com os termos "grande respiração psíquica".

Apresentamo-lo por último, porque requer um conhecimento prático da respiração rítmica e imaginação mental, que o estudante pode obter por meio dos exercícios que precedem. Os princípios gerais da Grande respiração resumem-se no antigo provérbio hindu que diz:
"Bem-aventurado o Yogue que respirar através dos seus ossos".

Este exercício encherá de Prana (força vital, energia) todo o organismo, e dará energia a todos os ossos, músculos, nervos, células, tecidos, órgãos e partes, afinando-os todos por meio do Prana e pelo ritmo respiratório. É uma purificação geral do sistema, e quem o pratica cuidadosamente, terá uma sensação como se tivesse obtido um corpo novo, recém-criado, desde o crânio até às solas dos pés.

Deixaremos o exercício falar por si mesmo:


1. Deitai-vos, numa posição cômoda, e com os músculos afrouxados.

2. Respirai ritmicamente, até estabelecerdes ritmo perfeito. (parte mais dificil)

3. Depois, ao inalar e ao exalar, formai a imagem mental da respiração haurida através dos ossos das pernas, e pelos mesmos expelida; em seguida formai a imagem mental da respiração haurida e expelida pelos ossos dos braços; pelo crânio; pelo estomago; pela coluna espinhal;
e depois como se a respiração fosse inalada e exalada por todos os poros da pele, estando todo o corpo cheio de Prana e vida.

4. Em seguida, (respirando ritmicamente), enviai a corrente de Prana aos seguintes Sete Centros Vitais, um após outro, aplicando a imagem mental como nos exercícios precedente:

a. terceiro olho (hipofise);

b. parte mais acima do crânio (pineal);

c. base da garganta;

d. Ao plexo solar;

e. Região sacra (parte inferior da espinha dorsal);

f. À 4 dedos abaixo do umbigo;

g. coração (timo).


Terminai, fazendo passar a corrente de Prana por todo o corpo desde o crânio até aos pés, algumas vezes.

12.9.09

Xamanismo na Prática 00003 - chikun  

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Curso de Iron Shirt Chi Kun

(Chi Kun da Camisa de Ferro)

Início: 01 de Outubro de 2009

O CHI-KUN é um antigo método da Alquimia Interna Taoísta que conduz ao equilíbrio dos corpos físico, mental e emocional através da respiração, posturas, exercícios de meditação e auto-massagem. O CHI-KUN da Camisa de Ferro fortalece os órgãos internos do corpo, ajuda o enraizamento nas forças terrestres e ativa o equilíbrio individual.

O Programa é composto por 4 temas:

● A Meditação do Sorriso ● Os Sons que Curam

● Camisa de Ferro(as posturas) ● Chi Auto-Massagem

Horário: das 19:00 h até as 21:00 h (todas as 5as.)

Duração: 5 meses (vagas limitadas)

Facilitadora: Tereza Amoêdo (reg. 9881)

Formação: Inst.Inter-Tao; Asbamtho e Abaco. Cursos: Auriculoterapia (Escola Huang Li Chun); Cristais (Antônio Duncan); Reiki (Escola Mestre Mikao Usui); Fitoterapia Chinesa (Magali Lobosco).

3087-7531 e 8899-4983

tamoedo@oi.com.br

www.terezaamoedo.com

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how to make colored smoke granade  

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Xamanismo na Prática 00002 - meditação dinâmica  

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A música para esta meditação você pode baixar aqui.

Primeiro Estágio: 10 minutos
Respire rapidamente pelo nariz, concentrando-se na exalação. O corpo cuidará da inalação. Faça isso tão rápido e tão firmemente quanto possível; continue até que você literalmente se torne a respiração. Use os movimentos naturais do corpo para lhe ajudar a estruturar sua energia. Sinta sua energia se firmando, mas não amoleça durante esse primeiro estágio




Segundo Estágio: 10 minutos
Expluda! Expresse tudo que precisa ser jogado fora. Fique totalmente louco. Grite, berre, chore, salte, sacuda, dance, cante, ria; jogue-se para os lados. Não segure nada, mantenha todo seu corpo em movimento. Representar um pouco no princípio ajuda. Não permita que sua mente interfira com o que está acontecendo. Seja total, de todo coração.




Terceiro Estágio: 10 minutos
Com os braços erguidos, salte seguidamente gritando o mantra , HUU, HUU, HUU, tão forte e profundamente quanto possível. Cada vez que seus pés tocarem o chão, deixe o som do mantra martelar forte no seu centro sexual. Dê tudo que puder, não segure nada.





Quarto Estágio: 15 minutos
Pare! Congele onde quer que você esteja, na posição que você estiver. Não ajeite seu corpo de maneira nenhuma. Uma tossida, um movimento, qualquer coisa dissipará o fluxo da energia e o esforço estará perdido. Seja uma testemunha a tudo que aconteça com você.





Quinto Estágio: 15 minutos
Celebre através da dança, expressando sua gratidão para com o todo. Carregue sua felicidade com você pelo resto do dia.


Se você não pode fazer barulho onde você está meditando, há uma maneira alternativa: Ao invés de lançar os sons para fora, deixe que a catarse do segundo estágio aconteça inteiramente através dos movimentos do corpo. No terceiro estágio, o som UUU, pode ser martelado silenciosamente por dentro.

11.9.09

Against intellectual property  

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There is a strong case for opposing intellectual property. Among other things, it often retards innovation and exploits Third World peoples. Most of the usual arguments for intellectual property do not hold up under scrutiny. In particular, the metaphor of the marketplace of ideas provides no justification for ownership of ideas. The alternative to intellectual property is that intellectual products not be owned, as in the case of everyday language. Strategies against intellectual property include civil disobedience, promotion of non-owned information, and fostering of a more cooperative society.

9.9.09

Carlos Castaneda - O Segundo Circulo do Poder  

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recomendação da Clara:

Carlos Castaneda - 05 O Segundo Círculo Do Poder (Doc) (Rev)

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enso

fonte

A Lua brilha no céu.

A Lua brilha no céu da Terra.

A Lua brilha no céu da Terra e reflete no lago.

A Lua brilha no céu da Terra e reflete no lago a luz do Sol.

A Lua brilha no céu da Terra e reflete no lago a luz do Sol no cosmos brilhante.

A Lua brilha no céu.

O lago é brilhante.

O Sol brilha.



3.9.09

A Capacidade de Suportar o Desprazer e a Dor  

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"Fui acusado de ser um utópico, de querer eliminar o desprazer do mundo e defender apenas o prazer. Contudo, tenho declarado claramente que a educação tradicional torna as pessoas incapazes para o prazer encouraçando-as contra o desprazer. Prazer e alegria de viver são inconcebíveis sem luta, experiências dolorosas e embates desagradáveis consigo mesmo. A saúde psíquica não se caracteriza pela teoria do nirvana dos iogues e dos budistas, nem pela hedonismo dos epicuristas, nem pela renúncia monástica; caracteriza-se, isso sim, pela alternância entre a luta desprazerosa e a felicidade, o erro e a verdade, o desvio e a correção da rota, a raiva racional e o amor racional; em suma, estar plenamente vivo em todas as situações da vida. A capacidade de suportar o desprazer e a dor sem se tornar amargurado e sem se refugiar na rigidez, anda de mãos dadas com a capacidade de aceitar a felicidade e dar amor."


1.9.09

Aforismo 00012  

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"Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano."

do victor hugo, daqui e daqui.

Comida Alcalina  

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A professora Ana Branco explicou que as sementes, enquanto estão ligadas à terra, têm um Ph - o equilíbrio eletroquímico do corpo – alcalino, assim como nós, quando nascemos. Ao longo do tempo, esse Ph vai se acidificando: “nós todos nascemos com Ph alcalino, que é o estado ótimo de multiplicação celular. Mas aprendemos imediatamente a comer comida ácida e invertê-lo, nos acidificando pelo cozimento e, assim, perdendo a capacidade incrível de desenvolvimento que só temos no primeiro ano de vida, mas que poderíamos ter por toda a vida. Por exemplo: quando essa semente amadurece e cai, vai ficando ácida. Passa meses protegida em uma embalagem de supermercado, esperando o momento máximo do nascimento. Depois nós pulverizamos e fazemos farinha de trigo. Nessa pulverização, expomos o interior da semente ao oxigênio, mas, ainda assim, permanece o silício dentro da molécula de água. Em seguida, faço um pãozinho e o coloco no fogo. Ao fazer isso, rompo com a molécula de água e se perde a informação. Assim acontece a acidificação do nosso sangue, que por si só não consistiria um problema se não gerasse a desnaturação”, disse.

De acordo com a professora, a acidificação gera estruturas viciantes. “Quando alguém começa a se drogar com cocaína, ficamos preocupados porque sabemos que aquela situação não vai muito longe, pois cada vez mais o usuário vai querer doses mais fortes daquela acidez. E essa acidez começa quando você nasce. Canja de galinha, gema de ovo com caldo de feijão, pão com manteiga, carne com batata, macarrão com queijo, pizza, entre outros pratos, resultam na combinação de amido com proteína e isso gera acidez. Assim a criança chora, tem dor de barriga e sofre muito para se adaptar a essa acidez alimentar. Dessa forma, cada vez mais a criança fica viciada na acidez e quer, a cada dia, doses mais fortes. Nós somos dependentes químicos dessa combinação. Os restaurantes, o tempo todo, misturam amido com proteína, que é uma dose interessante para proporcionar uma boa acidez ao corpo e a sensação de euforia. Logo depois, vem um pico de depressão e você tem que tomar um cafezinho ou comer um doce para se levantar. E assim, você desce e sobe o dia inteiro gastando toda a sua energia nesse processo metabólico. Logo ao lado do restaurante certamente há uma farmácia, e assim nós estamos vivendo há quatro mil anos. Não precisava ser assim, pois nós nascemos para viver no paraíso, e o paraíso é aqui e já. A única coisa que precisamos fazer é inverter esse caminho”, explicou.

Xaminismo na Prática 00001 - diario lunar  

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Diário da lua

A lua pode ter um grande efeito sobre as pessoas. Então, preste atenção e use-a a seu favor.

Mantenha um diário durante pelo menos dois meses e acompanhe as fases da lua.

Comece com a lua nova e escreva como você se sentiu nesse dia.

Continue descrevendo seu cotidiano na lua cheia e depois na lua nova. Você vai perceber que há um ritmo e que seus humores se movem de acordo com o ritmo da lua.

Quando você tiver mapeado seu próprio ritmo com precisão, poderá fazer muitas coisas. Poderá saber de antemão, por exemplo, o que irá acontecer no dia seguinte e se preparar para isso.

Se a previsão mostrar que você se sentirá triste, aprecie essa tristeza. Não lute contra ela, use-a, porque a tristeza também pode ser usada.

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